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> Bate-papo sobre Governança Familiar salientou as especialidades dessa gestão

Convidados com grande conhecimento no assunto participaram da conversa no ISAE
Bate-papo sobre Governança Familiar salientou as especialidades dessa gestão

De acordo com pesquisa do Sebrae, 52% das micro e pequenas empresas brasileiras podem ser consideradas familiares, e segundo estudo da PwC Brasil, apenas 12% das empresas familiares chegam à terceira geração e 1% à quinta. Esses números demonstram que não é fácil fazer a sucessão familiar em empresas dessa categoria, isso acontece, pois, essa gestão exige algumas peculiaridades.

O ISAE Escola de Negócios realizou, no dia 4 de outubro, um bate-papo para discutir essas questões e outras que envolvem a Governança Familiar. Os convidados a conduzirem o bate-papo foram Bruno Luís Ferrari Salmeron, diretor de operações da Schulz S.A e autor do livro Governança em Família, Marcos Leandro Pereira, sócio-fundador da RCA e especialista em Governança Corporativa e Avaliação de Empresas e Norman Arruda Filho, presidente do ISAE Escola de Negócios e professor do Mestrado Profissional em Governança e Sustentabilidade do ISAE.

Bruno Salmeron analisou que a dificuldade na sucessão da empresa familiar, muitas vezes, está no fato que o herdeiro que assume a gestão não considera o trabalho já feito, acreditando estar renovando. Mas esse, segundo ele, é um erro. “É preciso, em primeiro lugar, respeitar o fundador, entender a essência do negócio, perfil dos parentes envolvidos e também de gestores e após isso, compartilhar o conhecimento com todos”, afirmou.

O presidente do ISAE, Norman Arruda, complementou essa afirmação, trazendo a realidade da educação. “Além de compartilhar o conhecimento, é preciso entender as potencialidades de cada indivíduo, ressaltar as habilidades de cada um e utilizá-las no trabalho, fortificando, assim, os resultados. Assim fazemos em sala de aula: não se pode dar a mesma educação para todos, cada um tem suas especificidades”, completou.

Já Marcos Leandro Pereira ressaltou a importância de situar todos os envolvidos no mesmo propósito, incluindo Conselho Administrativo, diretores e sócios. “Com o envolvimento, principalmente do Conselho, as regras, regulamentos e políticas são mais fáceis de serem seguidas e essa continuidade de gestão fica mais segura”, declarou.

“Com minha experiência de anos com empresas familiares, vejo que independentemente do fator humano e sentimental que essa classe envolve, é preciso colocar como prioridade a gestão e como elementos focais os pilares da Governança”, explicou Salmeron que na ocasião lançou – em primeira mão – seu livro “Governança em Família: da fundação à sucessão”.

Bruno Luís Ferrari Salmeron, Norman Arruda Filho e Marcos Leandro Pereira.

Bruno Ferrari Salmeron relatou sua vivência em empresas familiares.

Cristiano Venâncio, professor do ISAE  e diretor executivo da RCA Governança, Sucessão e Gestão mediou a conversa.

Cada convidado contribuiu com sua realidade sobre o assunto.

Bruno Salmeron deu autógrafos em seu novo livro.

 

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