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PAINEL DE ECONOMIA E TENDÊNCIAS EMPRESARIAIS – 66ª EDIÇÃO

O Painel de Conjuntura Macroeconômica é desenvolvido pelo Comitê Macroeconômico do ISAE, que é coordenado pelo professor do Mestrado Profissional em Governança e Sustentabilidade, Rodrigo Casagrande e pelo executivo de finanças da Renault, Fabio Alves da Silva. Nessa 66ºedição, contou com a participação dos alunos de GBA CFO Strategic ISAE.

Confira os artigos da última edição:

 

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Comitê Macroeconômico na Amcham

No dia 24 de agosto, o Comitê Macroeconômico do ISAE – Escola de Negócios conduziu um debate sobre “Fornecedores sob a perspectiva da internacionalização das relações comerciais”, na Câmara Americana do Comércio (AMCHAM), em Curitiba.

Christian Frederico Da Cunha Bundt e Patrick Silva, integrantes do Comitê, falaram para representantes de grandes empresas como Thyssenkrupp, IBM, Grupo Marista, Furukawa, entre outras. “Christian abordou a trajetória histórica do processo de globalização e também os efeitos nas características e economias de diferentes países, em especial os que guardam mais aderência comercial com o Brasil. Já Patrick destacou a economia global e os pagamentos internacionais, considerando elementos como variáveis de risco e impactos financeiros em diversos elementos que envolvem a relação com fornecedores internacionais, passando por questões como hedge e sistema financeiro internacional. Foi uma manhã enriquecedora com troca de experiências e surgimento de perspectivas múltiplas”, detalha o coordenador do Comitê, Rodrigo Casagrande.

Crescimento de 1% não tem “qualidade”, dizem especialistas

A divulgação do crescimento do PIB, comemorada principalmente pelo governo, pode não ser inteiramente boa: é o que acreditam os especialistas do do Comitê Macroeconômico do ISAE — Escola de Negócios. Segundo eles, ao analisar todas as variáveis do cálculo, percebe-se que indicadores importantes, como o consumo das famílias, continuam negativos.

“A produção da Agroindústria está computada para a Indústria, e não para a Agropecuária. E a produção econômica dos serviços ligados ao Agronegócio estão computados para o setor de serviços. Portanto, o crescimento da Agropecuária causou reflexos dos outros dois setores. A indústria cresceu pouco e o setor de serviços decresceu”, explica Christian Frederico da Cunha Bundt, integrante do Comitê – que é formado por professores da instituição, economistas e executivos de grandes empresas. Semanalmente, o grupo realiza uma análise de oito dados divulgados pela Pesquisa Focus, do Banco Central: PIB, Produção Industrial, Inflação-IPCA, Taxa Selic, Dívida Líquida do Setor Público, Taxa de Câmbio, Balança Comercial e Investimento Direto no País.

O documento com a análise desta semana também aponta que nenhum dos indicadores de investimento ficou positivo. “A demanda das famílias, go governo e o investimento em máquinas, construção e pesquisa diminuíram na comparação do quarto trimestre do ano passado e o primeiro trimestre desse ano.”
De acordo com a análise, a falta de confiança e insegurança causada pela crise política ainda é a principal vilã do avanço econômico. “Isso freará o crescimento previsto para 2017 e 2018, que não era expressivo e será ainda menor” — a expectativa, hoje, é de 0,50% e 2,40%, respectivamente. “Sem confiança não há consumo, nem aumento de produção ou empregos, e a economia não crescerá sustentavelmente”.

Agronegócio

Principal responsável por levar o PIB a 1%, o setor, que foi vedete do último trimestre (1T2017), continua a sofrer com problemas que afetam a sua produtividade e lucratividade. O comitê destaca as condições do transporte de cargas e pouca capacidade de armazenagem. “É um fator pernicioso pois não permite que o empresário do agronegócio estoque a quantidade necessária de grãos, obrigando-o a vender quando o preço não está necessariamente favorável. Esperamos que a cotação do dólar ajude e facilite as exportações e complemente a boa produtividade da lavoura”.
A publicação completa com os índices e análise pode ser acessada semanalmente no site www.isaebrasil.com.br/comite-macroeconomico.

ISAE debate rumos da economia em evento

O ISAE — Escola de Negócios realiza no dia 4 de maio, às 19h, o evento “Economia Brasileira: E agora, José?, com debates sobre os rumos da economia do país com especialistas na área e professores do Mestrado de Governança e Sustentabilidade da instituição. A entrada é gratuita e aberta ao público. Mais informações e inscrições pelo https://goo.gl/M53Ky6.

Na ocasião, o ISAE também realiza o lançamento do seu Painel de Conjuntura Macroeconômica, uma análise semanal de oito dados divulgados pela Pesquisa Focus, do Banco Central: PIB, Produção Industrial, Inflação-IPCA, Taxa Selic, Dívida Líquida do Setor Público, Taxa de Câmbio, Balança Comercial e Investimento Direto no País.

Coordenado pelo professor do Mestrado em Governança e Sustentabilidade do ISAE, Rodrigo Casagrande, e pelo executivo de finanças da Renault, Fabio Alves da Silva, o objetivo do comitê é lançar um olhar crítico sobre as informações.

“Queremos fornecer um material que ajude na análise da economia, e não que apenas reproduza dados. É uma marca significativa porque denota que já temos um processo com boa fluidez e propósito”, salienta Casagrande. “Além disso, como o comitê é composto por alunos e profissionais com diversas competências, o diagnóstico é ainda mais amplo”, complementa o professor.

Integram o comitê, ainda, os profissionais André Alves, Adriano Bazzo, Christian Geronasso, Christian Bundt, Luciano De Zotti, Jefferson Marcondes e Patrick Silva, que atuam em empresa como Sebrae, Banco Central, entre outras.

A publicação completa com os índices e análise pode ser acessada semanalmente no site www.isaebrasil.com.br/comite-macroeconomico

 

Indicadores ISAE analisa desemprego e retração da indústria

O primeiro Painel de Conjuntura Macroeconômica do ISAE – Escola de Negócios do mês de abril mostra que os números da indústria ainda não indicam recuperação: tanto a pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) quanto a da Fundação Getúlio Vargas (FGV) apontam queda da capacidade instalada da indústria de 0,4% em fevereiro (em relação ao mês anterior) e de 0,6% quando comparada com janeiro de 2016.

O Comitê Macroeconômico, coordenado pelo professor do Mestrado em Governança e Sustentabilidade do ISAE, Rodrigo Casagrande, e pelo executivo de finanças da Renault, Fabio Alves da Silva, também analisa o aumento da taxa de desemprego – segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), 13,2% dos brasileiros estão desempregados, o maior porcentual desde 2012 (quando a taxa começou a ser medida). “Tal crescimento se deve em parte as demissões de trabalhadores temporários no final de 2016, como também reflexo da crise econômica que resultou na diminuição da produção industrial, de vendas no comércio e redução dos serviços”, explica o documento.

Segundo o comitê, o índice deve se estabilizar nos próximos meses e é esperada uma melhora no último trimestre. “A recuperação do nível de emprego será lenta, pois havendo a retomada do crescimento econômico e geração de novos postos de trabalho, muitas pessoas que tinham desistido de procurar trabalho devem voltar a buscá-lo”, diz o documento.

Reformas

O painel desta semana traz ainda opinião dos especialistas sobre a necessidade das reformas trabalhista e previdenciária para frear o déficit nas contas do governo e previdência social.

A publicação completa com os índices e análise pode ser acessada semanalmente no site www.isaebrasil.com.br/comite-macroeconomico.

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