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PAINEL DE ECONOMIA E TENDÊNCIAS EMPRESARIAIS – 67ª EDIÇÃO

A 67ª edição do Painel de Economia e Tendências Empresarias foi publicada!

Nela, é possível encontrar artigos sobre:

E muito mais! Confira: https://goo.gl/gjyCoU

 

Esse Painel é produzido pelo Comitê Macroeconômico do ISAE Escola de Negócios, que é composto profissionais das áreas financeira e econômica e tem como objetivo agregar valor à sociedade por meio de pesquisas, análises e interpretações de dados macroeconômicos.

 

 

Painel de Economia e Tendências Empresariais

Atento ao quadro de instabilidade econômica e com o intuito de auxiliar nas tomadas de decisões do mercado, o ISAE reuniu profissionais das áreas financeira e econômica e criou o Comitê Macroeconômico, com o objetivo de agregar valor à sociedade por meio de pesquisas, análises e interpretações de dados macroeconômicos.

O Comitê Macroeconômico é coordenado por Rodrigo Casagrande, professor do Mestrado em Governança e Sustentabilidade do ISAE, e Fabio Alves da Silva, executivo de finanças da Renault. É composto por profissionais que possuem competências complementares, provenientes de diferentes instituições, como ISAE, Banco Central do Brasil, Renault e SEBRAE.

O comitê também conta com a participação de alunos do CFO Strategic, programa do ISAE em parceria com o IBEF (lnstituto Brasileiro de Executivos de Finanças), que capacita o profissional de finanças com foco nas pessoas que impulsionam as ações e potencializam os resultados, além de alunos do Programa de Mestrado em Governança e Sustentabilidade do ISAE.

Quinzenalmente, são publicados os artigos dos profissionais participantes. Confira a última edição, clique aqui.

 

Ciclo de Palestras do bem

Foram 350 kg de alimentos não perecíveis arrecadados durante os três dias de evento do primeiro Ciclo de Palestras – Ponto e Contraponto de 2018, realizado pelo ISAE – Escola de Negócios em Curitiba e em Londrina. Os alimentos foram entregues ao CEI – Infância Colorida, na capital paranaense e ao CEI Lindalva Silva Basseto, em Londrina.

O evento

O Ciclo de Palestras ocorreu de 31 de janeiro a 2 de fevereiro com temáticas fundamentais para o mercado corporativo: Marketing e Vendas, Gestão e Liderança, Economia e Finanças. Aberto ao público, o evento tem por objetivo discutir temas atuais, gerar networking e promover o conhecimento das práticas de gestão.

A programação contou com seis palestrantes de áreas distintas que transmitiram suas vivências por meio do relato a respeito de suas percepções e experiências sobre o mercado. No dia 31 de janeiro, os palestrantes Dimitri Rocha e Rodrigo Rodrigues comandaram, respectivamente, as palestras “Estratégia de Marketing e Vendas” e “A Comunicação Integrada de Marketing na Construção de Marcas e Mercados”.

No dia 01 de fevereiro, foi a vez de Denise Dutra e Edmarson Mota se apresentarem no evento com as palestras “Como Desenvolver a Inteligência Emocional em Si Mesmo e em sua Equipe?” e “Gestão da Mudança: Aspectos Contemporâneos”. Já no dia 02 de fevereiro, o Ciclo de Palestras Ponto e Contraponto recebeu Patrick Silva e Robson Gonçalves, sobre os temas “Tampando Buracos ou Pavimentando para o Futuro?” e “Inteligência Artificial e Neurociência: Impactos sobre Mercados e Carreiras”.

 

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Professor de finanças dá 5 dicas financeiras para começar bem 2018

Para começar o ano fora do vermelho, é importante se planejar

 

CURITIBA, – Com a chega do fim do ano, vêm também as promessas de mudança, a renovação dos desejos para 2018 e os planos para transformar as diversas áreas da vida. E para que isso seja realmente possível, é importante traçar estratégias, principalmente financeiras. Por essa razão, o professor de finanças do ISAE – Escola de Negócios, Aleksander Kuivyogi Avalca, listou cinco dicas que podem ajudar a começar o ano de forma mais organizada.

 

  1. Cautela com festas e férias

Quando chega final de ano, as datas comemorativas como Natal e Ano Novo, fazem com que as pessoas aumentem seus gastos, sem ter um planejamento detalhado. Pelo fato de passarem por um ano complicado, acabam comprando muitos presente, muita comida, reservas de lugares legais para passar as férias etc, querendo curtir e relaxar. Mas esses gastos normalmente são exagerados e o orçamento, muitas vezes, não está preparado para isso. Por essa razão, é importante fazer um planejamento de quanto se tem e quando se pode efetivamente gastar nessa ocasião.

 

  1. Dinheiro de férias e 13º

Pra quem está endividado, com o cartão de credito estourado ou em cheque especial, é interessante utilizar esse valor para quitar as despesas maiores. Mas deve haver muito cuidado para que isso não vire uma bola de neve. Isso não deve ser padrão, pois esse dinheiro deve ser usado para aproveitar as férias. Porém, se você está endividado, quite todo o valor e se planeje melhor para o próximo ano.

 

  1. Promessas de virada de ano

Para muitas pessoas, a virada de um ano é um novo ciclo. Pensando em renovação, é importante a mentalidade e a inteligência financeira, ou seja, saber como usar melhor dinheiro.  Adaptar a vida com a nossa realidade e viver como puder e não como quiser. É necessário se preparar para a vida que se quer ter, por meio de reserva e investimentos, buscando estudar sobre finanças pessoais. A promessa para o novo ano deve ser: se comprometer a colocar como meta de 2018 trabalhar a mentalidade financeira.

 

  1. Ano de eleição

Em um ano de eleição, o país sofre várias alterações. Esse momento pode afetar os juros, inflação, o crescimento do país etc. Por isso, é preciso estar preparado. Fazer uma reserva financeira é um ótimo plano para evitar ser pego desprevenido. Fazer investimentos, de forma que o dinheiro “trabalhe para você”, também é um passo importante. Isso serve para qualquer tipo de pessoa. Tanto as que sabem muito sobre assuntos financeiros, quanto as que não sabem nada.

É importante lembrar que investimento não é poupança. Poupança é reserva. Investimento pressupõe CDB’s, LCI, tesouro direto ou fundos de investimentos e ações.

 

  1. Planejamento financeiro

O ponto mais importante para que a receita esteja alinhada com as despesas é fazer um planejamento financeiro. De acordo com Avalca, o ideal é fazer plano para os três meses seguintes. Colocar em uma planilha o quanto recebe, o quanto a família recebe (se for casado, quanto o marido ou a esposa ganha, se tem filhos que ajudam, quanto cada um ganha etc). Depois disso, listar todas as despesas: aluguel, prestação, seguro, condomínio, presentes de datas comemorativas, carnaval, férias. Se ao final do planejamento o saldo estiver negativo, é necessário voltar nas despesas e começar a fazer cortes. Dessa forma, é possível fazer ajustes para que nos próximos três meses não haja prejuízo.

Confiança na economia permanece positiva

Embora o cenário seja frágil, os números ainda são animadores

 

Analisando a curto prazo os dados de novembro para os diversos indicadores de confiança, o cenário da economia brasileira é positivo. Na análise geral dos números de outubro até o momento, divulgados pela Fundação Getulio Vargas, da Confederação Nacional da Indústria e da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, a confiança do empresariado e do consumidor está em crescimento.

 

O destaque fica com o setor industrial, que tanto na pesquisa da FGV quanto da CNI, aparece com várias altas consecutivas. Aumentando o período de análise até o final de 2016, o panorama é melhor ainda. Apesar da melhora na comparação de novembro de 2017 com o final de 2016, os indicadores ainda estão frágeis, pois vários ainda estão no campo do pessimismo e longe da última melhor época da economia brasileira (2013).

 

De acordo com Christian Frederico da Cunha Bundt, membro do Comitê Macroeconômico do ISAE, apesar do clima de euforia que parece estar nascendo, os números não estão bons. “O desemprego ainda está bastante alto e a criação de novos postos está se dando mais na área informal que na formal”, afirma Bundt. “O governo precisa atentar-se a isso, pois vai em sentido contrário ao que se deseja e a previdência será diretamente afetada se essa situação perdurar, sem falar em outras áreas como o financiamento imobiliário (em função do FGTS)” comenta.

 

Apesar de ser cedo para falar sobre o tema, pois os números são recentes, a atenção a esses sinais de economia desestruturada são fundamentais para que se tomem as iniciativas corretas. Essa mesma desatenção é que traz a urgência de aprovar a mudança no regime previdenciário e o atraso em possuirmos um sistema tributário justo e alavancador de progresso.

 

Clique aqui e confira mais na edição 51 do painel.

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