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Ciclo de Palestras do bem

Foram 350 kg de alimentos não perecíveis arrecadados durante os três dias de evento do primeiro Ciclo de Palestras – Ponto e Contraponto de 2018, realizado pelo ISAE – Escola de Negócios em Curitiba e em Londrina. Os alimentos foram entregues ao CEI – Infância Colorida, na capital paranaense e ao CEI Lindalva Silva Basseto, em Londrina.

O evento

O Ciclo de Palestras ocorreu de 31 de janeiro a 2 de fevereiro com temáticas fundamentais para o mercado corporativo: Marketing e Vendas, Gestão e Liderança, Economia e Finanças. Aberto ao público, o evento tem por objetivo discutir temas atuais, gerar networking e promover o conhecimento das práticas de gestão.

A programação contou com seis palestrantes de áreas distintas que transmitiram suas vivências por meio do relato a respeito de suas percepções e experiências sobre o mercado. No dia 31 de janeiro, os palestrantes Dimitri Rocha e Rodrigo Rodrigues comandaram, respectivamente, as palestras “Estratégia de Marketing e Vendas” e “A Comunicação Integrada de Marketing na Construção de Marcas e Mercados”.

No dia 01 de fevereiro, foi a vez de Denise Dutra e Edmarson Mota se apresentarem no evento com as palestras “Como Desenvolver a Inteligência Emocional em Si Mesmo e em sua Equipe?” e “Gestão da Mudança: Aspectos Contemporâneos”. Já no dia 02 de fevereiro, o Ciclo de Palestras Ponto e Contraponto recebeu Patrick Silva e Robson Gonçalves, sobre os temas “Tampando Buracos ou Pavimentando para o Futuro?” e “Inteligência Artificial e Neurociência: Impactos sobre Mercados e Carreiras”.

 

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Como multiplicar seu dinheiro

Finda-se um ano, inicia-se outro. As promessas foram feitas e manter o compromisso com 2018 é uma missão diária. Principalmente quando o combinado inclui gastar menos e economizar mais. Porque parece tão complicado mexer um pouquinho nas finanças para que o ano seja menos apertado? De acordo com o Aleksander Kuivyogi Avalca, professor de finanças do ISAE – Escola de Negócios, o primeiro e mais importante passo para conseguir progredir com os planos de guardar dinheiro é trabalhar a mentalidade financeira e planejar algum tipo de investimento.

“Nosso ciclo financeiro acaba funcionando da seguinte forma: recebemos e pagamos aluguel, prestações, condomínio e diversas outras contas. Acabamos esquecendo de pagar a nós mesmos investindo no futuro”, comenta o professor. De acordo com o especialista, para conseguir economizar – ou mesmo investir – é necessário, antes de tudo, equilibrar presente e futuro. Pensar no dinheiro de agora e traçar uma meta para que ele cresça mais para frente. Por isso, a forma mais prática de dar o primeiro passo é guardar 10% do salário no mesmo dia em que ele cair na conta. “Isso faz com que a prática vire um hábito, pois é perfeitamente possível viver com 90% da sua renda”, aconselha.

Feito isso, o dinheiro pode ser inicialmente guardado em uma poupança, apenas para exercer a ação de separar a porcentagem do salário. “Porém, se o objetivo é fazer com que as economias comecem a multiplicar, a poupança é o pior dos investimentos, pois é o que menos rende. O conselho é deixar apenas um dinheiro de reserva, em torno de R$ 2 mil a R$ 5 mil para emergências, pois o valor pode ser retirado a qualquer momento”, detalha Avalca.

E para facilitar um pouco a vida de quem pretende organizar melhor as finanças, mas não sabe por onde começar, Avalca traz algumas dicas importantes sobre investimentos, que podem, inicialmente ser divididos em três categorias: de curto prazo (economia de 12 meses para viajar ou comprar algo no final do ano), de médio prazo (economia de 2 ou 3 anos para comprar algo mais caro como um carro, um apartamento ou uma casa) e de longo prazo (sem tempo determinado, tem o objetivo de incorporar a aposentadoria. É uma economia para não depender de fundo de garantia ou previdência, por exemplo).

Aqueles 10% que foram separados do salário devem estar no investimento a longo prazo. Tudo que for possível economizar a mais, pode ser utilizado para incorporar as outras reservas. “Para os iniciantes, o mais indicado é investir em Renda Fixa, como Certificados de Depósito Bancário (CDB) e Tesouro Selic”, sugere o especialista.

O CDB pode ser encontrado no próprio banco em que você possui conta. Esse investimento é um título de renda fixa do tipo crédito privado, oferecido por bancos. Isso quer dizer que você empresta dinheiro ao banco e eles te devolvem com juros, que serão definidos de acordo com o valor aplicado, o prazo do CDB e a situação financeira do banco. Esse tipo de aplicação já rende mais do que a poupança, por exemplo. A facilidade

é poder colocar e retirar o dinheiro quando quiser. A única ressalva é o desconto do Imposto de Renda – quanto mais tempo deixar, menor será o IR. E caso a quantia seja retirada dentro de 30 dias, há o desconto Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). “Cada banco tem regras e funcionamentos diferentes, mas no geral, o processo acaba sendo bem parecido com a poupança. Você transfere dinheiro para o CDB de um caixa eletrônico ou pela internet e não precisa necessariamente ser todo mês. Você deposita quando tiver”, explica.

Já o Tesouro Selic é um título atrelado à taxa de juros básicos da economia, oferecido pelo Tesouro Direto, um programa do Tesouro Nacional que vende títulos públicos federais para pessoas físicas, pela internet. O objetivo é democratizar o acesso aos títulos públicos, uma vez que a aplicação mínima pode ser de apenas R$ 30. “É uma espécie de empréstimo que você faz para o governo e ele te paga o valor com determinado retorno. Também é uma alternativa interessante, visto que trabalha com a mesma flexibilidade para a inserção e retirada de dinheiro, possui um valor baixo para o investimento mínimo e ainda rende mais do que a poupança”, comenta.

Ambos os investimentos, tanto o CDB quanto a Selic, tem o pagamento do Imposto de Renda detido direto na fonte. Ou seja, quando o dinheiro for recuperado, haverá o desconto em cima do valor rendido. “Mesmo assim, ainda são investimentos muito válidos para quem quer começar a planejar melhor vida e, dessa vez, com um maior foco no futuro”, completa Alvaca.

Professor de finanças dá 5 dicas financeiras para começar bem 2018

Para começar o ano fora do vermelho, é importante se planejar

 

CURITIBA, – Com a chega do fim do ano, vêm também as promessas de mudança, a renovação dos desejos para 2018 e os planos para transformar as diversas áreas da vida. E para que isso seja realmente possível, é importante traçar estratégias, principalmente financeiras. Por essa razão, o professor de finanças do ISAE – Escola de Negócios, Aleksander Kuivyogi Avalca, listou cinco dicas que podem ajudar a começar o ano de forma mais organizada.

 

  1. Cautela com festas e férias

Quando chega final de ano, as datas comemorativas como Natal e Ano Novo, fazem com que as pessoas aumentem seus gastos, sem ter um planejamento detalhado. Pelo fato de passarem por um ano complicado, acabam comprando muitos presente, muita comida, reservas de lugares legais para passar as férias etc, querendo curtir e relaxar. Mas esses gastos normalmente são exagerados e o orçamento, muitas vezes, não está preparado para isso. Por essa razão, é importante fazer um planejamento de quanto se tem e quando se pode efetivamente gastar nessa ocasião.

 

  1. Dinheiro de férias e 13º

Pra quem está endividado, com o cartão de credito estourado ou em cheque especial, é interessante utilizar esse valor para quitar as despesas maiores. Mas deve haver muito cuidado para que isso não vire uma bola de neve. Isso não deve ser padrão, pois esse dinheiro deve ser usado para aproveitar as férias. Porém, se você está endividado, quite todo o valor e se planeje melhor para o próximo ano.

 

  1. Promessas de virada de ano

Para muitas pessoas, a virada de um ano é um novo ciclo. Pensando em renovação, é importante a mentalidade e a inteligência financeira, ou seja, saber como usar melhor dinheiro.  Adaptar a vida com a nossa realidade e viver como puder e não como quiser. É necessário se preparar para a vida que se quer ter, por meio de reserva e investimentos, buscando estudar sobre finanças pessoais. A promessa para o novo ano deve ser: se comprometer a colocar como meta de 2018 trabalhar a mentalidade financeira.

 

  1. Ano de eleição

Em um ano de eleição, o país sofre várias alterações. Esse momento pode afetar os juros, inflação, o crescimento do país etc. Por isso, é preciso estar preparado. Fazer uma reserva financeira é um ótimo plano para evitar ser pego desprevenido. Fazer investimentos, de forma que o dinheiro “trabalhe para você”, também é um passo importante. Isso serve para qualquer tipo de pessoa. Tanto as que sabem muito sobre assuntos financeiros, quanto as que não sabem nada.

É importante lembrar que investimento não é poupança. Poupança é reserva. Investimento pressupõe CDB’s, LCI, tesouro direto ou fundos de investimentos e ações.

 

  1. Planejamento financeiro

O ponto mais importante para que a receita esteja alinhada com as despesas é fazer um planejamento financeiro. De acordo com Avalca, o ideal é fazer plano para os três meses seguintes. Colocar em uma planilha o quanto recebe, o quanto a família recebe (se for casado, quanto o marido ou a esposa ganha, se tem filhos que ajudam, quanto cada um ganha etc). Depois disso, listar todas as despesas: aluguel, prestação, seguro, condomínio, presentes de datas comemorativas, carnaval, férias. Se ao final do planejamento o saldo estiver negativo, é necessário voltar nas despesas e começar a fazer cortes. Dessa forma, é possível fazer ajustes para que nos próximos três meses não haja prejuízo.

Encontro Marcado em Ponta Grossa

No dia 14 de agosto, o ISAE – Escola de Negócios traz exclusivamente para Ponta Grossa a próxima edição do “Encontro Marcado”, com o professor e colunista Luis Carlos Ewald, o “Senhor Dinheiro” do Fantástico.

Ewald falará sobre a atual Conjuntura Econômica do país de uma forma descomplicada com temas como inflação; taxas de juros; PIB; Ferramentas para empreender e muito mais. O evento é realizado pelo ISAE em parceria com a ACIPG Ponta Grossa.

Serviço:
Data: 14 de agosto (segunda-feira)
Horário: 19h
Local: ACIPG

Entrada gratuita | Vagas limitadas.
Inscreva-se: https://goo.gl/F86AJh

Ciclo CFO – Ponto e Contraponto

No dia 27 de junho, às 19h, no ISAE, ocorre o painel “Instrumentos de Captação e Alternativas de Capitalização”, com os sócios e fundadores da A3 Capital: Eduardo Johns de Oliveira e Luís Gelinski. O painel faz parte do Ciclo CFO – Ponto e Contraponto.

O objetivo do evento é debater o investidor financeiro versus o investidor estratégico e o seu papel no desenvolvimento das oportunidades. A entrada é a doação de uma peça de agasalho. As inscrições devem ser realizadas pelo site: https://goo.gl/x4HjUa

Conheça os palestrantes:

Luís Gelinski é sócio diretor e fundador da A3 Capital e presidente da Associação Beneficente “De Mãos Unidas”. Antes de fundar a A3 Capital, atuou por cinco anos como sócio diretor da ACAL Capitals, empresa que fundou em 2010. Conta com uma vasta experiência em fusões e aquisições, tanto no Brasil como nos Estados Unidos, com destaque para as transações realizadas nas áreas de Papel e Celulose, Tecnologia da Informação, Serviços Financeiros e Agronegócio. Anteriormente à sua inserção em assessoria de M&A, ocupou posições gerenciais de destaque, como Diretor de Novos Negócios na Autoplan e na HSW Brazil, e o cargo de Diretor Executivo da Worldsize. Luís é Veterinário, com especialização em Agronegócio pela Universidade de Guelph ILMS/SEMEX, Mestre em Ciência pela Universidade Federal do Paraná e tem MBA em Administração de Empresas pela FGV.

Eduardo Johns de Oliveira é sócio e fundador da A3 Capital. Com experiência internacional na área de assessoria a transações e avaliação de empresas e intangíveis, é responsável pela coordenação interna dos projetos de fusões e aquisições da A3 Capital, função que exerceu por cinco anos na ACAL Capitals. Conta com importante experiência em processos de fusões e aquisições, incluindo assessoria completa a compradores (buy-side) e vendedores (sell-side), suporte em processos de capitalizações minoritárias, opiniões financeiras, avaliação, e due diligence contábil, seja em negociações de perfil estratégico ou financeiro, tendo atuado como consultor de gestão da ValuConcept por sete anos. No início de sua carreira, atuou dentro do Centro de Desenvolvimento (DC) da Siemens na área de Gestão de Projetos, bem como na área de Controladoria do DC após a fusão que originou a Nokia Siemens Networks. É Administrador de Empresas e Contador.

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