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Nota de Pesar

É com profundo pesar, que o Conselho e Diretoria do ISAE Escola de Negócios, comunica o falecimento de nosso parceiro comercial de longa data, o cinegrafista Mário Mendonça. Com mais de 10 anos de trabalho em conjunto, sempre com o carisma, bom-humor e vontade de contribuir, ele foi uma figura muito importante nas vidas de todos os colaboradores do ISAE. Sua memória será para sempre guardada.

Não haverá cerimônia ou velório, a família pede que ele seja lembrado pela sua alegria e motivação.

Economia brasileira: é possível retomar o cenário positivo?

Contrariando as expectativas do início do ano, em que a visão era otimista em relação à economia do Brasil, o país chega ao final de 2018 com dificuldades para uma retomada da economia na velocidade necessária. A previsão era fechar 2018 com crescimento de 2,5% do PIB, retomar a geração de emprego e a inflação fechar abaixo de meta, de 4,5%, porém, o segundo trimestre do ano, especialmente a partir de março, deu uma virada brusca nesse cenário.

De acordo com o doutor em administração do ISAE Escola de Negócios, Rodrigo Casagrande, isso demonstra que nunca antes na história do país passamos por uma retomada tão lenta da nossa economia como estamos vivendo hoje. “O período recessivo do qual o país começa a sair teve início no segundo trimestre de 2014 e foi até o quarto trimestre de 2016. A retomada da economia vem apresentando um crescimento médio do PIB de 0,5% ao trimestre.  É muito pouco! Precisamos retornar lá na década de 1980, chamada por muitos de década perdida, para vermos algo próximo a isso em termos de retomada.  Saindo de um período de recessão de 1987 a 1988, o país teve um crescimento de 3,7% após 5 trimestres¨. Perceba que o momento atual, se mostra ainda mais lento em termos de retomada e devermos fechar o ano de 2018 com crescimento abaixo de 1,5%¨.

O momento atual também se deve, em grande parte à desvalorização da moeda, que sofreu uma queda de 30% da janeiro até agora.  Segundo o Rodrigo Casagrande ¨a desvalorização da nossa moeda impacta a inflação, pois aumenta o preço dos insumos da indústria. Imagine o aumento de 8,4% no milho, insumo utilizado na ração.  O derivado disso, no caso o frango, é produto muito requisitado para compor a mesa das famílias brasileiras, e já temos uma grande fraqueza na capacidade de consumo das famílias. Tanto as famílias, quanto as empresas, saíram desse período de recessão muito endividadas¨. Com base na fala do especialista, é possível que fechemos o ano com o IPCA acima do teto previsto de 4,5%.

O momento difícil passa também pela percepção do mercado externo.  Rodrigo Casagrande destaca que: ¨As moedas argentina e turca, desvalorizaram de agosto para setembro 38,9 e 24,1, respectivamente.  Isso aumenta a aversão ao risco de países emergentes. Somado a isso, a inflação americana tende a gerar aumento de juros naquele país, que afeta o fluxo dos capitais em direção àquele país.  Tem mais, a guerra comercial entre EUA e China diminui os preços das commodities e também afeta o prêmio de risco nas transações com países emergentes¨.

Para o especialista, quem assumir a presidência da república a partir do dia 1º de janeiro de 2019 terá uma missão muito desafiadora. “Uma das primeiras medidas será a descompressão do clima de perdedores e vencedores na grande polarização política que tomou conta do país. Além disso, precisará retomar a confiança do empresariado e das famílias, que estão em compasso de espera, sem fazer investimentos e com medo de perder o emprego, por conta dos sinais de fraqueza do mercado de trabalho”, pontua.  Segundo Rodrigo, as reformas estruturais como a da previdência e a fiscal deverão ser ações de urgência, já que fecharemos 2018 com aproximadamente R$ 140 bilhões de déficit primário. É o quinto ano consecutivo de déficit primário.

“Essas mudanças precisam acontecer, do contrário o risco Brasil continuará muito elevado. Risco, que sofreu, inclusive, com a greve dos caminhoneiros, pois aos olhos do mundo, a decisão tomada de tabelamento de fretes e subsídio ao diesel foi uma medida populista”, comenta. De acordo com Rodrigo, a questão política ainda é um grande fator desafiador. Ele acredita que é necessário ter cada vez mais uma profissionalização em cargos de gestão pública. “Por isso, a indicação de cargos políticos, de sindicalistas, de pessoas que ajudaram em campanha de político (eleitos ou não), por exemplo, deve ser vedada, para que não haja participação delas em conselhos de administração, ou seja, a Lei 13.303 – Lei da Estatais, tem que ser cumprida.”, completa.

 

Confraria ISAE proporciona networking em Londrina

A Confraria ISAE é uma iniciativa do Programa Alumni ISAE que tem como objetivo promover um networking diferenciado para alunos e ex-alunos em um ambiente descontraído. No dia 19 de setembro teve mais uma edição em Londrina, no Varanda Bar. “Dessa vez o tema foi sobre Mercado e Carreira, e os participantes contaram suas experiências mostrando os desafios do dia a dia. É muito interessante, pois são profissionais de diversas áreas e seus relatos complementam uns aos outros”, comenta Cleyton Caetano, coordenador de sede ISAE Londrina.

Além de oferecer networking e relacionamentos, a Confraria ISAE oportuniza uma quebra na rotina e aprendizado profissional com outras referências. “Temos tido muito sucesso ao promover a Confraria e a cada edição é maior a adesão de nossos alunos. Inclusive temos uma aluna do MBA de Gestão Empresarial que escreverá seu Trabalho de Conclusão de Curso utilizando a Confraria como referência de iniciativa para promoção de networking”, conta o coordenador.

A Confraria é uma das iniciativas do Alumni ISAE, por meio dele é possível que os alunos e ex-alunos interajam em fóruns e grupos de discussão, sendo uma opção de extensão da sala de aula. Essa rede de relacionamentos têm o intuito de unir profissionais e facilitar a comunicação para desenvolvimento de projetos futuros e até mesmo amizades.

Alunos e ex-alunos que participam da Confraria ISAE têm um networking diferente.

Clique aqui e saiba mais sobre o Programa Alumni ISAE.

ISAE possibilita Programa Internacional voltado para empreendedorismo sustentável

Três universidades, dois continentes, três grandes economias emergentes, diferentes problemas e contextos, soluções inovadoras. Uma nova abordagem de negócios completa nos países e universidades sobre as mudanças que estão acontecendo no mundo. É esse conceito do programa criado pelo ISAE Escola de Negócios, do Brasil, Universidade de Externado, da Colômbia e SPJIMR, da Índia.

O programa foi criado com o objetivo de conscientizar sobre o bem-estar mundial, criar experiências de aprendizado em diferentes contextos e países (Brasil, Colômbia e Índia) e conectar os alunos a diversas situações, problemas e oportunidades para levá-los a transformar questões sociais em modelos de negócios bem-sucedidos.

Os grupos serão formados por estudantes das três universidades e visitarão os três campus. Pensando que os três países têm conjuntura economia e social parecidas, os participantes poderão entender a realidade dessas regiões e ter subsídios necessários para poder criar negócios que gerem impactos positivos dentro das sociedades em que vivem. Cada módulo acontece em um país, iniciando na Colômbia, depois Brasil e finalizando na Índia.

Para participar é preciso fazer a inscrição com o valor de 100 dólares, e cada aluno arca com os custos de passagens e acomodação nos destinos. Demais valores são custeados pelas instituições.

Para a certificação é necessário realizar pelo menos dois módulos do programa em países diferentes.

INSCRIÇÕES ATÉ DIA 3 DE SETEMBRO DE 2018.

DATAS DO PROGRAMA:

 

Colômbia (Bogotá) – Universidade de Externado

De 29 de outubro a 2 de novembro

Incentivar os estudantes e as empresas das PMEs a descobrir oportunidades novas e lucrativas nos mercados da Bop, através da abordagem e compreensão das diferentes situações nesse mercado específico e, ao mesmo tempo, melhorar e incluir as comunidades em condições vulneráveis.

 

Brasil (Curitiba) – ISAE Escola de Negócios

De 5 de novembro a 9 de novembro

Compreender o conceito e processo de desenvolvimento e implantação de soluções eficazes para questões sociais e ambientais desafiadoras e muitas vezes sistêmicas em apoio ao progresso social. Incentivar os alunos para o desenvolvimento de projetos e iniciativas que enfoquem a atenção nas ideias e soluções que criam valor social. Desenvolver conhecimento com base nos três Inovadores Sociais, de acordo com o Stanford Center for Social Innovation:

. Troca de ideias e valores

. Mudanças nos papéis e relacionamentos

. Integração de capital privado com apoio público e filantrópico

 

Índia (Mumbai) – SPJIMR

De 19 de novembro a 23 de novembro

Demonstrar um forte argumento comercial para a CSR e que o desempenho e a responsabilidade social do negócio podem se complementar (fazer o bem enquanto faz o bem, faz sentido para os negócios). Introduzir uma estrutura conceitual para a RSC com uma abordagem de modelos de desenvolvimento estratégico e sustentável. Familiarizar os participantes com 17 Metas Sustentáveis ​​da ONU e analisar em detalhes cinco metas mais relevantes que influenciam a responsabilidade e a tomada de decisões comerciais responsivas. Proporcionar know-how sobre as práticas de RSE que fortalecem os cinco objetivos e apresentam casos da vida real para relacioná-los. Aprofundar seus conhecimentos sobre igualdade de gênero, educação de qualidade, trabalho decente, produção e consumo responsável e parceria como metas. Conhecer o mandato do governo em CSR.

Para inscrições, entrar em contato com Gustavo Loiola pelo e-mail gustavo.loiola@isaebrasil.com.br ou telefone (41) 3388-7899.

CLIQUE AQUI PARA MAIS INFORMAÇÕES.

 

 

Painel de Economia e Tendências Empresariais – 64ª Edição

O Painel de Conjuntura Macroeconômica do ISAE dessa quinzena conta com um artigo escrito por Anderson Godzikowski e Bruno Dequech Ceschin sobre Blockchain e como essa tecnologia pode alterar a governança do mundo. Também um texto de Christian Frederico da Cunha Bundt que conta sobre a atual economia brasileira, PIB e Confiança. Artigos sobre Mercado de Trabalho e Economia Internacional, por Jefferson Marcondes Ferreira e René Berard, respectivamente.

Acesse e fique por dentro do que acontece no país e no mundo!

O Comitê Macroeconômico é coordenado por Rodrigo Casagrande, professor do Mestrado em Governança e Sustentabilidade do ISAE Escola de Negócios, e Fabio Alves da Silva, executivo de finanças da Renault. É composto por profissionais que possuem competências complementares, provenientes de diferentes instituições, como ISAE, Banco Central do Brasil, Renault e SEBRAE.

 

 

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