Mestrado Profissional em Governança e Sustentabilidade

Mestrado ISAE

:: Processo Seletivo

INSCRIÇÃO

 

O interessado deverá, necessariamente, realizar sua inscrição em duas etapas:

 

Pré-inscrição

 

De 01/09/2014 a 05/01/2015: o candidato deverá preencher a ficha de pré-inscrição no site e efetuar o pagamento da taxa em até 48h.

http://smart.isaebrasil.com.br/smartisae/passoapasso/inscricaoturma/inscricao.asp?IdTurma=2350

 

Inscrição

 

De 01/09/2014 a 09/01/2015: o candidato deverá enviar por e-mail (contato.mestrado@isaebrasil.com.br) em PDF ou JPG a documentação exigida neste edital no item 4 . A inscrição só será efetivada após recebimento do e-mail de confirmação, enviado pela secretaria executiva.

 

Taxa de inscrição

 

O valor da taxa de inscrição é de R$200,00 (duzentos reais), não sujeita à restituição, sob qualquer hipótese. O simples pagamento da taxa não efetiva a inscrição, sendo indispensável o preenchimento integral e envio de todas as informações e documentos exigidos no processo seletivo.

 

Documentos Necessários

 

Para realizar a inscrição no processo seletivo, o interessado deverá enviar a seguinte documentação:

 

– Diploma de Graduação ou declaração da Instituição de Ensino Superior (IES), comprovando que o candidato já concluiu ou tenha conclusão do respectivo curso prevista para data anterior à finalização da matrícula no Mestrado, e cópia digitalizada do histórico escolar do curso de graduação;

 

– Cópia digitalizada do documento de identidade oficial e cadastro de pessoa física -CPF. No caso de candidatos estrangeiros não residentes no país será aceita cópia do passaporte (cópia digitalizada das páginas de identificação). O candidato deve ter o visto permanente ou temporário;

 

– Curriculum Vitae (http://lattes.cnpq.br/);

 

– Carta de Intenção do Candidato, com no mínimo uma e no máximo duas laudas (conforme modelo do anexo 2 do edital), contendo:

 

– As razões pelas quais o candidato deseja cursar o Mestrado, especialmente na perspectiva da sua utilidade na vida profissional;

 

– Compromisso do candidato em participar integralmente do programa e com a aplicação do projeto de pesquisa;

 

– Suas realizações relevantes na vida profissional e acadêmica.

 

– Os candidatos devem apresentar carta(s) de recomendação (conforme modelo do anexo 3 do edital) preferencialmente de professor que o tenha orientado em atividades acadêmicas, e/ou de superior em atividade profissional recente e de seus pares;

 

– No caso de candidatos patrocinados por empresas ou instituições, a carta de recomendação deverá ser elaborada pelo seu superior evidenciando as qualidades do candidato, o compromisso e interesse da empresa ou instituição de que seu colaborador conclua o Mestrado, bem como execute o(s) projeto(s) de pesquisa(s);

 

– Projeto de pesquisa preliminar da dissertação (máximo de 2000 palavras), conforme modelo fornecido no ANEXO 1.

 

Processo Seletivo

 

Após a homologação das inscrições, a seleção dos candidatos do Mestrado Profissional em Governança e Sustentabilidade será baseada nos seguintes itens:

 

– Avaliação da documentação;

– Carta de recomendação;

– Avaliação do projeto de pesquisa preliminar da dissertação;

– Entrevista do candidato.

 

A seleção deverá, ainda, levar em conta a disponibilidade de orientação dos docentes do programa e número de vagas oferecidas.

 

Para saber detalhes, verifique no Edital.

 

Cronograma Processo Seletivo

 

Inscrição – entrega da documentação

01/09/2014 a 09/01/2015

 

Avaliação e homologação da documentação

09/01/2015 a 16/01/2015

 

Divulgação da agenda de entrevistas

19/01/2015

 

Realização das entrevistas

02/02/2015 a 06/02/2015

 

Divulgação do resultado final

12/02/2015

 

Período de matrícula

11/02/2015 a 18/02/2015

 

Divulgação do resultado final – 2ª Chamada

19/02/2015

 

Período de matrícula – 2ª Chamada

20/02/2015 a 23/02/2015

 

Aula Inaugural:

26/02/2015

 

Edital do processo seletivo

:: Programa

 

Práticas aplicadas à construção do conhecimento

 

Seguindo as diretrizes e com apoio dos Princípios para Educação Empresarial Responsável-PRME, da Organização das Nações Unidas (ONU), o Mestrado Profissional em Governança e Sustentabilidade é o único do Brasil a abordar estas áreas do conhecimento, com o objetivo de formar lideranças conscientes do novo paradigma da sustentabilidade corporativa.

 

O programa segue uma das principais tendências globais para a educação executiva, que consiste em oferecer uma formação voltada para valores, e tem forte embasamento na transdisciplinaridade e na educação experiencial, com foco nas características pessoais do indivíduo.

 

Com vistas a promover a troca de conhecimento entre academia e mercado, de forma a agregar um diferencial competitivo, o Mestrado Profissional em Governança e Sustentabilidade do ISAE propõe o desenvolvimento de linhas de pesquisa com o objetivo de alavancar a gestão das organizações com foco na sustentabilidade corporativa.

 

Público-alvo

 

Destina-se a profissionais interessados em adquirir uma visão interdisciplinar de governança e sustentabilidade e da correlação entre estes dois temas, uma vez que são assuntos recorrentes no core da gestão das organizações com alto grau de geração e agregação de valor às empresas.

 

Profissionais das mais diversas áreas de formação, com graduação completa, atuantes em projetos e organizações, que desejem aprofundar seus conhecimentos em governança e sustentabilidade.

 

Princípios Norteadores

 

– Sustentabilidade Corporativa

– Ética

– Liderança

– Governança Corporativa

– Empreendedorismo e Inovação

 

Investimento

 

Para valores, formas de pagamento e parcelamento, a secretaria executiva deve ser consultada.

 

:: ÁREA DE CONCENTRAÇÃO

 

A busca pela sustentabilidade em todos os processos é uma constante no atual contexto mundial. Mais do que uma necessidade, a adequação estratégica e os processos de governança e sustentabilidade são uma exigência social, manifestada por políticas públicas, pelas empresas e pela sociedade.

 

Neste cenário, a governança emerge como uma estratégia de alinhamento dos objetivos organizacionais a estas demandas. Assim, o Mestrado visa avaliar problemas, soluções e práticas relacionados à governança e sustentabilidade, fundamental para organizações públicas, privadas e do terceiro setor, gerar conhecimentos e formar profissionais capacitados a compreender e potencializar resultados.

 

Linhas de Pesquisa

 

Governança

As pesquisas privilegiam estudos sobre as boas práticas de governança, compreendendo seus vários aspectos como, estratégias organizacionais, articulação, gestão integrada entre os conselhos, diretoria executiva, auditoria externa e relacionamento com os stakeholders.

 

Sustentabilidade

Enfatiza a sustentabilidade a partir do triple bottom line (econômico, social e ambiental) e no contexto da gestão organizacional. Esta linha abrange, também, pesquisas em âmbito urbano e rural, em setores públicos e privados.

 

:: Biblioteca

 

A Biblioteca Marco Antônio Vilaça é um espaço disseminador de informações, que tem como objetivo o suporte informacional às atividades de ensino, pesquisa e extensão.

 

Acesse alguns links para saber mais:

 

– Biblioteca ISAE

– Portal de periódicos

– Portal domínio público

 

:: DISCIPLINAS ISOLADAS

 

Faça o download do material abaixo com todas as informações:

 

Fazer download (PDF)

Sustentabilidade Socioambiental

Nível:Mestrado Profissional
Obrigatória:Sim
Área(s) de Concentração:
Governança e Sustentabilidade
Carga Horária:45
Creditos:3
Ementa:
Tem como objetivo apresentar os fundamentos conceituais da problemática socioambiental e a evolução histórica do conjunto de proposições,
marcos internacionais, instrumentos e diretrizes desenvolvidos, com destaque para o conceito de desenvolvimento sustentável e seus
desdobramentos na gestão pública, coorporativa e do terceiro setor.
Bibliografia:
BRAGA, B. Introdução à Engenharia Ambiental. São Paulo. Prentice Hall. 305p. 2.002.
BROWN, L. Sinais Vitais 2.000 – As Tendências Ambientais que Determinarão o Nosso Futuro. Worldwatch Institute. Salvador. UMA Ed. 288 p.
2.000
COMISSÃO MUNDIAL SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO. Nosso Futuro Comum. Rio De Janeiro: Ed. Fundação Getúlio
Vargas, 1.991.
DALY, Herman. Towards a Steady State Economy. San Francisco: W.H. Freeman & Co. 1973.
DALY, Herman E & TOWNSEND, Kenneth (orgs). Valuing the Earth: Economics, Ecology, Ethics. MIT Press. 1993.
DALY, Herman E., & FARLEY, Joshua. Ecological Economics: Principles and Applications.Washington, D.C.: Island Press. 2004.
GEORGESCU-ROEGEN, Nicholas. Analytical Economics. Cambridge, MA: Harvard University Press. 1966.
__________The Entropy Law and the Economic Process. Cambridge, MA: Harvard University Press. 1971.
GOWDY, John & ERICKSON, Jon D. “The approach of ecological economics”. Cambridge Journal of Economics, 29: 207–222. 2005.
MAYUMI, Kozo. The Origins of Ecological Economics: The Bioeconomics of Georgescu-Roegen. London: Routledge. 2005.
MUELLER, Charles C. Os economistas e as relações entre o sistema econômico e o meio ambiente. Brasília: Editora da UnB: Finatec. 2007.
ROMEIRO, Ademar R. “Economia ou Economia Política da Sustentabilidade”, in: Peter May; Maria Cecília Lustosa & Valéria da Vinha (orgs.)
Economia do Meio Ambiente; Teoria e Prática. Rio de Janeiro: EcoEco & Editora Campus, pp. 1-29. 2003.
SCHMIDHEINY, S. Mudando o Rumo – Uma perspectiva empresarial global sobre desenvolvimento e meio ambiente. Rio de Janeiro: Editora
da Fundação Getúlio Vargas, 1.992
FOLADORI, G. Los Límites del Desarrollo Sustentable. Montevideo – Uruguay. Ediciones de la Banda Oriental. 221p. 1.999
VEIGA, José Eli da. Desenvolvimento Sustentável – O desafio do século XXI. Rio de Janeiro: Editora Garamond. 2005.
________. A Emergência Socioambiental. São Paulo, Editora Senac. 2007.
VON SPERLING, M. Princípios do Tratamento Biológico de Águas Residuárias. Vol. 2. Princípios Básicos do Tratamento de Esgotos.. 1. ed.
BELO HORIZONTE: DESA-UFMG, 1996. v. 1. 211 p.3
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
DIAMOND, J. Colapso Como as Sociedades Escolhem o Fracasso ou O SUCESSO. ED. RECORD, RJ. 685P. 2005
GEORGESCU-ROEGEN, Nicholas. “The Steady State and Ecological Salvation: A Thermodynamic analysis”. BioScience, 27 (4): 266-270.
1977.
SOARES, G.F.S. A Proteção Internacional do Meio Ambiente. Barueri: Ed. Manole, 2003.
SOLOW, Robert. “An almost practical step toward sustainability”. Resources Policy, 19 (3): 162-172. 1993.
VON SPERLING, M. Princípios do tratamento biológico de águas Residuárias. Vol. 1. Introdução à qualidade das águas e ao tratamento de
esgotos. 3. ed. Belo Horizonte: Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental – UFMG, 2005. v. 1. 452 p.
WORLD BANK. Where is the wealth of Nations? Measuring Capital for the 21st Century. Washington, DC, The World Bank, 2006.
Dimensões Conceituais de Governança

Nível:Mestrado Profissional
Obrigatória:Sim
Área(s) de Concentração:
Governança e Sustentabilidade
Carga Horária:45
Creditos:3
Ementa:
Visa apresentar o “estado da arte” sobre governança tanto na esfera pública como privada, explorando seus fundamentos conceituais e éticos,
tipologias e práticas, estabelecendo as correlações com a perspectiva da sustentabilidade. Conceitos e Modelos de Estratégia Empresarial;
Principais correntes no estudo da estratégia empresarial, analisadas de forma comparativa; Vantagem Competitiva; Escolas econômicas e
organizacionais; Análise do Ambiente Externo; Análise da Indústria; Análise SCP e posicionamento; Cadeias e Constelações de Valor;
Variantes, Clusters e Cadeias Lineares de Valor; Alianças Estratégicas; Tipologia e Classificação; Análise comparativa de performance; Análise
dos Recursos e das Competências; Visão Baseada em Recursos; Capacidades Dinâmicas; Visão Baseada em Conhecimento. Governança
Corporativa. Cartas Diretrizes (Independência dos Conselhos de Administração; Mecanismos de Defesa à Tomada de Controle; Laudos de
Avaliação). Cadernos de Governança Corporativa (Documentos Legais de Governança; Documentos sobre Estruturas e Processos de
Governança; Temas Especiais de Governança). Livros de Governança Corporativa.
Bibliografia:
BARNEY, Jay B. Firm resources and sustained competitive advantage. Journal of Management. 17:99-120, 1991.
BARNEY, Jay B. Gaining and sustaining competitive advantage. Reading, MA: Addison-Wesley Publishing Company, 2007.
CARTLIDGE, Alison; et al. The IT Infrastructure Library: an introductory overview of ITIL® V3. Version 1.0. Published by: The UK Chapter of the
itSMF. 2007.
IBGC. Cadernos de Governança Corporativa. 2005. Disponível em: . Acesso em: 14 maio
2012.
IBGC. Cartas Diretrizes. 2012a. Disponível em: . Acesso em: 14 maio 2012.
IBGC. Livros de Governança Corporativa. Centro de Conhecimento do IBGC. 2012b. Disponível em: .
Acesso em: 14 maio 2012.
IT GOVERNANCE INSTITUTE. CobiT® 4.01. 2007.
MINTZBERG, H.; AHLSTRAND, B.; LAMPEL, J. Safári de estratégia. Porto Alegre: Bookman, 2000.
PORTER, Michael. Competitive advantage. New York: Fee Press, 1985.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
AMBROSINI, V., BOWMAN, C. What are dynamic capabilities and are they a useful construct in strategic management? International Journal of
Management Reviews, v. 11, p. 29-49, 2009
AMIT, R.; SCHOEMAKER, P. Strategic assets and organizational rent. Strategic Management Journal, Chicago, v. 14, n. 1, p. 33-46, January,
1993.
ANDREWS, K. R. The concept of corporate strategy. Homewood, Illinois: Irwin, 1971.
ANSOFF, H. I. Estratégia empresarial. São Paulo: McGraw-hill, 1977.
BIGNETTI, L.P.; PAIVA, E.L. Ora (direis) ouvir estrelas! estudo das citações de autores de estratégia na produção acadêmica brasileira. Revista
de Administração Contemporânea, v.6, n. 1, Jan./Abr. 2002: 105-125
CHANDLER, A. D. Strategy and structure. Cambridge, MA: MIT Press, 1962.
CHILD, J. Organizational structure, environmental and performance: the role of strategic choice. Sociology, v. 6, n. 1, p.1- 22, 1997.
CYERT, R. M.; MARCH, J. G. A behavioral theory of the firm. Englewood Cliffs, NJ: Prentice-Hall, 1963.
FAULKNER, D.O.; CAMPBELL, A. The oxford handbook of strategy: volume 1 – a strategy overview and competitive strategy. England: Oxford
University Press, 2010.
HELFAT, C. E; FINKELSTEIN, S.; MITCHELL, W.; PETERAF, M.; SINGH, H.; TEECE, D; WINTER, S. Dynamic capabilities: understanding
strategic change in organizations. Malden, MA: Blackwell, 2007.
KOGUT, B. e ZANDER, U, Knowledge of the firm, combinative capabilities, and the replication of technology, Organization Science, Nova York,
v.3, n. 3, p. 383 – 397, 1992
MINTZBERG, H.; QUINN, J. B. O processo da estratégia. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2001.
RUMELT, R. P. Towards a strategic theory of the firm. In: FOSS, N. (Org.) Resources, firms and strategies: a reader in the resourse-basead
perspective. Oxford: Oxford University Press, 1984.
Metodologia de Pesquisa

Nível:Mestrado Profissional
Obrigatória:Sim
Área(s) de Concentração:
Governança e Sustentabilidade
Carga Horária:45
Creditos:3
Ementa:
Consiste no trato dos aspectos metodológicos e epistemológicos que envolvem a pesquisa e em especial a pesquisa interdisciplinar, cuja
finalidade principal será subsidiar a elaboração do plano de pesquisa dos discentes, considerando suas várias etapas. O papel da ciência. Tipos
de conhecimento. Métodos e técnicas de pesquisa. O processo de leitura. Citações bibliográficas. Trabalhos acadêmicos: tipos, características e
composição estrutural. O projeto de pesquisa experimental e não experimental. Pesquisa qualitativa e quantitativa. Etnografia, Entrevistas,
Análise de discurso, Análise de Conteúdo, Grupos Focais, Métodos observacionais, Análise documental, Estudos de caso, Pesquisa Ação,
Análise de dados qualitativos e Questões de qualidade em pesquisa. Relatório de pesquisa. Estilo de redação. Apresentação gráfica. Normas da
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ABNT.
Bibliografia:
ANDRADE, M. M. de. Introdução à metodologia do trabalho científico. 8 ed. São Paulo: Atlas, 2007. 160 p.
BOOTH, W. C. , COLOMB G. G. e WILLIANS, J.M. A Arte da Pesquisa. Martins Fonte, 2005.
CERVO, A. L. et al. Metodologia científica. 5. ed. São Paulo: Makron Books, 2002.
COSTA, M. de F.; COSTA, M. A. F. da. Metodologia da pesquisa: conceitos e técnicas. Rio de Janeiro: Interciência, 2001.
CRESWELL, J.W. Projeto de Pesquisa. 2ª ed. Porto Alegre. Bookman e Artmed, 2007
DENZIN, N. K., LINCOLN Y. S. e outros. O Planejamento da Pesquisa Qualitativa. 2ª ed. Bookman, 2009
GIL, A. C. Como elaborar projeto de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2002.
LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. de A. Metodologia do trabalho científico: procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projeto e relatório,
publicações e trabalhos científicos. 7 ed. São Paulo: Atlas, 2009. 225 p.
PHILIPPI JR, Arlindo (Org.) ; Silva Neto, Antônio J. (Org.) . Interdisciplinaridade em Ciência, Tecnologia & Inovação. 1. ed. Barueri, SP: Manole,
2011. v. 1. 998 p.
RODRIGUES, R. M. Pesquisa acadêmica: como facilitar o processo de preparação de suas etapas. São Paulo: Atlas, 2007. 177 p.
SOARES, E. Metodologia científica: lógica, epistemologia e normas. São Paulo: Atlas, 2003. 138 p.
WEINBERG, D. Qualitative Research Methods. Blackwell Publishers, 2001
YIN, R. Estudo de Caso – planejamento e métodos. Bookman. 2010. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
BASTOS, R. Ciências Humanas e Complexidades: projetos, métodos e técnicas de pesquisa. Juiz de Fora: EDUFJF, 1999.
BECKER, H. Métodos de pesquisa em ciências sociais. São Paulo: Hucitec, 1999.
BOURDIEU, P. A Profissão de Sociólogo. Petrópolis, Vozes, 1999.
CORBIN, J.; STRAUSS, A. Grounded theory research: procedures, canon, and evaluative criteria. Qualitative Sociology, vol. 13, n. 1, 1990.
DIMAGGIO, P. Comments on “What theory is not”. Administrative Science Quarterly, vol. 40, n. 3, 1995.
ECO, Humberto, Como se faz uma tese. S.Paulo, Perspectiva, 1993.
FLICK, U. Uma introdução à pesquisa qualitativa. Porto Alegre: Bookman, 2004.
JICK, T. Mixing qualitative and quantitative methods: triangulation in action. Administrative Science Quarterly, vol. 24, n. 4, 1979.
MILLS, C. W. A imaginação sociológica. Rio de Janeiro, Zahar, 1992.
MORGAN, D. Focus groups. Annual Review of Sociology. Vol. 22, 1996.
SILVERMAN, D. Doing qualitative research: a practical handbook. London: Sage, 2000.
SILVERMAN, D. Qualitative research: theory, method and practice. London: Sage, 1998.
STRAUSS, A.; CORBIN, J. Basics of qualitative research. London: Sage, 1998.
THIOLLENT, M. Metodologia da pesquisa-ação. São Paulo: Cortez, 2003.
VAN MAANEM, J. Reclaiming qualitative methods for organization research. Administrative Science Quarterly, vol. 24, n. 4, 1979.
WEBER, M. Ciência e Política: duas vocações. S. Paulo, Cultrix, 1996.
Teoria das Organizações

Nível:Mestrado Profissional
Obrigatória:Sim
Área(s) de Concentração:
Governança e Sustentabilidade
Carga Horária:45
Creditos:3
Ementa:
Relevância da teoria. Os conceitos de racionalidade e de dominação. Emergência da teoria das organizações. Perspectivas, níveis e unidades
de análise. Estruturação e formas organizacionais. Processos organizacionais. Mudança e inovação. Esquemas e sistemas de interpretação.
Cultura: societária e organizacional. A relação organização/ambiente. Organizações modernas e pós-modernas. Pesquisa em organizações.
Bibliografia:
CLEGG, S. R.; HARDY, C.; NORD, W. R. Handbook of organization studies. London: Sage, 1996.
HALL, R. H. Organizações: estruturas, processos e resultados. 8. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2004.
HATCH, M. J. Organization theory: modern, symbolic, and postmodern perspectives.
New York: Oxford University Press, 1997.
Oaks: Sage, 1994.
Prentice Hall, 2003.
SCOTT, W. R. and MEYER, J. W. Institutional environments and organizations. Thousands
SCOTT, W. R. Organizations: rational, natural, and open systems. 5. ed. New Jersey:
WEICK, K. E. Making sense of the organization. Malden: Blackwell Publishing, 2001.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
ETZIONI, A. Organizações modernas. 8.ed. São Paulo: Pioneira, 1989.
GAGLIARDI, P. The creation and change of organizational cultures: a conceptual framework. Organization Studies, v. 7, n. 2, p. 117-134, 1986.
HANNAN, M. T.; FREEMAN, J. Organizational ecology. Cambridge: Harvard University Press, 1993.
HASSARD, J.; PARKER, M. (Eds.). Postmodernism and organizations. London: Sage Publications, 1993.
HATCH, M. J.; SCHULTZ, M. The dynamics of organizational identity. Human Relations, v. 55, p. 989-1018, 2002.
HININGS, C. R.; GREENWOOD, R. The dynamics of strategic change. New York: Blackwell, 1989.
JERMIER, J. M.; KNIGHTS, D.; NORD, W. R. (Eds.). Resistance and power in organizations. London: Routledge, 1994.
MCKINLEY, W.; MONE, M. A.; MOON, G. Determinants and development of schools in organization theory. Academy of Management Review, v.
24, n. 2, p. 634-648, 1999.
MINTZBERG, H. The structuring of organizations. Englewood Cliffs, NJ: Prentice-Hall, 1979.
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MINTZBERG, H. Criando organizações eficazes: estruturas em cinco configurações. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2003.
MORGAN, G. Imagens da organização. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2002.
MOTTA, F. C. P. O que é burocracia? 2.ed. São Paulo: Brasiliense, 1996.
MOTTA, F. C. P. . Teoria das organizações:evolução e crítica. 2.ed.rev.ampl. São Paulo: Pioneira, 2001..
SMIRCICH, L. Concepts of culture and organizational analysis. Administrative Science Quarterly, v. 28, n. 3, p. 339-358, 1983.
WEBER, M. Os fundamentos da organização burocrática: uma construção do tipo ideal. In: CAMPOS, E. (Org.) Sociologia da burocracia. 4. ed.
Rio de Janeiro: Zahar, 1978.
WEBER, M. Ensaios de sociologia. 5.ed. Rio de Janeiro: LTC, 1982.
WEBER, M. Economia e sociedade. 3.ed. Brasília: Editora da UnB, 1994. v.1.
WEBER, M. Economia e sociedade. Brasília: Editora da UnB, 1999. v.2.
WOOD JR., T. (Org.). Mudança organizacional. 4.ed. São Paulo: Atlas, 2004
Sustentabilidade nas organizações

Nível:Mestrado Profissional
Obrigatória:Sim
Área(s) de Concentração:
Governança e Sustentabilidade
Carga Horária:45
Creditos:3
Ementa:
A disciplina tem como base o entendimento do desenvolvimento sustentável como modelo orientador de estratégias e políticas. Foca tanto a
sustentabilidade vista no âmbito da governança supranacional, nacional e regional, economia industrial (cadeias produtivas, cadeias de valor, e
clusters produtivos) e a aplicação do conceito nas organizações (empresas, entidades públicas, etc.). Visa promover o entendimento do conceito
de sustentabilidade, levando-se em consideração o ambiente internos às empresas (funções da administração) bem como ambiente externo
(meso- e macrocontextos). Tendo como pré-requisito a disciplina sustentabilidade socioambiental, visa capacitar os discentes a utilizar os
preceitos de sustentabilidade como ferramenta para a administração de projetos. Conceito de Sustentabilidade no âmbito das organizações.
Ferramentas e indicadores de sustentabilidade nas organizações, modelos de avaliação de sustentabilidade.
Bibliografia:
ANTON, W. R. Q.; DELTAS, G.; KHANNA, M. (2004) Incentives for environmental self-regulation and implications for environmental
performance. Journal of Environmental Economics and Management 48(1), 632-654.
CHARLAND, Janine & YOUNG, Dennis. Successfull local economic development initiative. Toront Press, ICURR: 1992.
CHEN, I. J.; Paulraj, A. (2004) Towards a theory of supply chain management: the constructs and measurements. Journal of Operations
Management. 22(2), 119-150.
COMISSÃO MUNDIAL SOBRE O MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO. Nosso Futuro Comum. 2 ed. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio
Vargas, 1991.
CYERT, R. M.; MARCH, J. (1992) A Behavioral theory of the Firm. United Kingdom, Blackwell Publishing, 2. Verlag.
de 2002. 1 CD-ROM.
DONALDSON, T.; PRESTON, L. E. (1995) The Stakeholder Theory of the Corporation: Concepts, Evidence, and Implications. Academy of
Management Review 20(1), 65-91.
EHRENFELD, J. (2004) Industrial ecology: a new field or only a metaphor? Journal of Cleaner Production 12(8), 825-831.
FAULKENER, D.O.; CAMPBELL, A. THE OXFORD HANDBOOK OF STRATEGY. New York: Oxford University Press, 2006.
FREEMAN, R.E.; WICKS, A. C.; PARMAR. B. (2004) Stakeholder Theory and The Corporate Objective Revisited. Organization Science 15(3),
364-369.
GEREFFI, G.; HUMPHREY, J.; STURGEON, T (2005). The governance of global value chains. Review of International Political Economy. 12(1),
February, 78-104.
MAC, A. (2002) When firms make sense of environmental agendas of society. Journal of Cleaner Production 10(3), 259-269.
PETTIGREW, A.; THOMAS, H.; WHITTINGTON, R. HANDBOOK OF STRATEGY AND MANAGEMENT. Thousand Oaks: Sage, 2006.
PIETROBELLI, C.; RABELLOTTI (2006) Upgrading to Compete : Global Value Chains, Clusters, and SMEs in Latin America. Carlo Pietrobelli,
Roberta Rabellotti, editors. . Harvard University.Press.
ROBINS, N; ROBERTS, S. (2000). The Reality of Sustainable Trade. from http://www.iied.org/pubs/pdf/full/8861IIED.pdf.
RUGMAN, A.M.; BREWER, T.L. THE OXFORD HANDBOOK OF INTERNATIONAL BUSINESS. New York: Oxford University Press, 2003.
SACHS, I. Espaços, Tempos e Estratégias de Desenvolvimento. São Paulo: Vértice, 1986.
SACHS, I. Caminhos para o desenvolvimento sustentável. 2. ed. Rio de Janeiro: Garamond, 2002.
STURGEON, T.: How Do We Define Value Chains and Production Networks? Background Paper Prepared for the Bellagio Value Chains
Workshop. 2000. (http://www.ids.ac.uk/ids/global/bella.html).
TAYLOR, P. L. (2005a) In the Market But Not of It: Fair Trade Coffee and Forest Stewardship Council Certification as Market-Based Social
Change. World Development 33(1), 129-147.
VAN BELLEN, H. M. Indicadores de desenvolvimento sustentável ? Um levantamento dos principais sistemas de avaliação. In Anais do
ENANPAD 2002, Salvador 22 a 25 de setembro.
VEIGA, J. E. A insustentável utopia do desenvolvimento. In: LAVINAS, L. (org). Reestruturação do espaço urbano e regional no Brasil. São
Paulo: Hucitec & ANPUR. 1993.
Aspectos relacionados à Gestão Organizacional Corporativa e Cooperativa

Nível:Mestrado Profissional
Obrigatória:Não
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Carga Horária:45
Creditos:3
Ementa:
Planejamento e desenvolvimento. Estruturas organizacionais corporativas e cooperativas. Relacionamento com os stakeholders. Estrutura de capital corporativo e cooperativo. Ferramentas de gestão. Inovação. Análise de investimentos. Gestão de riscos e de mercados.
ITIL V3. Serviços (Estratégia; Desenho; Transição; Operação; Melhoria de Serviço Continuada). Normas relacionadas e outras fontes. Lei
Sarbanes-Oxley. Seção 404. Lei do Ótimo de Pareto. CobiT 4.1. Modelo Cobit. Os Quatro Domínios do CobiT (Planejar e Organizar; Adquirir e
Implementar; Entregar e Suportar; Monitorar e Avaliar). Mapeamento de Processos de TI (34 Processos). Tabelas Relacionando os Objetivos e
Processos. Mapeamento de Processos de TI com as Áreas Foco de Governança de TI, COSO. Recursos de TI do Cobit. Critérios de Informação
do Cobit. Modelo de Maturidade para Controle Interno. O CobiT e os Produtos Relacionados.
Bibliografia:
CARTLIDGE, Alison; et al. The IT Infrastructure Library: an introductory overview of ITIL® V3. Version 1.0. Published by: The UK Chapter of the
itSMF. 2007.
IT GOVERNANCE INSTITUTE. CobiT® 4.01. 2007.
Inventário de Gases de Efeito Estufa nas Empresas

Nível:Mestrado Profissional
Obrigatória:Não
Carga Horária:45
Creditos:3
Ementa:
O efeito estufa. As mudanças climáticas e o aquecimento global. Conceito de Gases de Efeito Estufa (GEE), compensação e neutralização de
emissões. Implicações e importância das reduções e compensações de carbono. Apresentação de metodologias de cálculo das emissões de
GEE. Exemplos de cálculo das emissões de GEE: a. Viagens aéreas; b. Consumo de eletricidade; c. Consumo de combustíveis fósseis; d.
Materiais diversos e. resíduos. Exercícios práticos de inventário e cálculos de compensação. Ações de redução de emissões. Plantios florestais:
quantificação das compensações e formas de realização. Manutenção dos plantios: como fazer e importância ambiental.
Bibliografia:
BURROUGHS W.J. Climate Change, Cambridge University Press, 2002.
EEA – EMEP/CORINAIR. Emission Inventory Guidebook – 2005. European Environment Agency, 2005
EAESP – FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS – Plataforma Empresas pelo Clima (EPC) Disponível em

http://www.empresaspeloclima.com.br

EAESP – FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS – Programa Brasileiro GHG Protocol Disponível em http://www.fgv.br/ces/ghg
GHG Protocol – Programa Brasileiro Greenhouse Gas Protocol. “Ferramenta de estimativa de gases de efeito estufa relativa a fontes
intersetoriais – GHG ferramentas_2010_final”, 2010.
GHG Protocol – Programa Brasileiro Greenhouse Gas Protocol – GHG Protocol. “Guia para a elaboração de inventários corporativos de
emissões de Gases do Efeito Estufa”, 2009.
Greenhouse Gas Protocol – Disponível em http://www.ghgprotocol.org
INICIATIVA VERDE. Redução do impacto climático da 8ª Conferência das Partes da Convenção sobre Diversidade Biológica (COP 8)

Relatório Técnico – Curitiba, 2006, 25 p.
Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC). Revised 1996 IPCC Guidelines for National Greenhouse Inventories. Houghton,
J.T., Meira Filho, L.G., Lim, B., Tréanton, K., Mamaty, I., Bonduki, Y., Griggs, D.J. and Callander, B.A. (Eds). Intergovernmental Panel on
Climate Change (IPCC), IPCC/OECD/IEA, Paris, 1997.
Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC). Good Practice Guidance and Uncertianty Management in National Greenhouse
Gas Inventories. Penman, J., Kruger, D., Galbally, I., Hiraishi, T., Nyenzi, B., Enmanuel, S., Buendia, L., Hoppaus, R., Martinsen, T., Meijer,
J., Miwa, K. and Tanabe, K. (Eds). Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC), IPCC/OECD/IEA/IGES, Hayama, Japan, 2000.
Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC). “2006 IPCC Guidelines for National Greenhouse Gas Inventories”. Prepared by
the
National Greenhouse Gas Inventories Programme, Eggleston H.S., Buendia L., Miwa K., Ngara T. and Tanabe K. (eds). Published: IGES,
Japan, 2006
NBR ISO 14064-1. “Gases de efeito estufa – • ABNT NBR ISO 14064 – Parte 1 – Especificação e orientação a organizações para a
quantificação e elaboração de relatórios de emissões e remoções de gases de efeito estufa; • NBR ISO 14064 – Parte 2 – Especificação e
orientação a projetos para quantificação, monitoramento e elaboração de relatórios das reduções de emissões ou da melhoria das remoções de
gases de efeito estufa; • NBR ISO 14064 – Parte 3 – Especificação e orientação para validação e verificação de declarações relativas a gases
de efeito estufa.
SANEPAR – Inventário de Gases de Efeito Estufa – 2008. Relatório Técnico, Curitiba, 2009, 30 p.
UK DEFRA 2010. Guidelines to Defra/DECC‟s Conversion Factors for Company Reporting. Produced by AEA for DECC and
DEFRA.
United Nations Framework Convention on Climate Change – Disponível em http://unfccc.int/2860.php
Áreas degradadas: do diagnóstico à recuperação

Nível:Mestrado Profissional
Obrigatória:Não
Carga Horária:45
Creditos:3
Ementa:
Página 12/77 – 22/05/2012 11:38:36
Histórico, legislação e caracterização de Áreas degradadas (AD); Conceituação e tipos de degradação. Uso do solo: fatores intervenientes e
implicações na degradação de áreas; Influência de Áreas Degradadas sobre a qualidade da água; Noções de geologia para engenharia; Solo:
importância, composição, aspectos físico-químicos; Fertilidade do solo: interpretações, analises e recomendações; Sistematização de áreas e
preparo do terreno; Práticas conservacionistas; Recomposição vegetal e experiências de trabalho realizados; Manutenção de áreas
recuperadas; Diagnóstico de Áreas Degradadas; Métodos de recuperação de Áreas Degradadas e estrutura e planejamento de PRADs;
Estudos de Caso; Áreas Degradadas e Recuperações – aula de campo (verificar possibilidade).
Bibliografia:
LEINZ, V. & AMARAL, S.E. Geologia Geral. Ed. Nacional. São Paulo-SP, 1995.
POPP, J.H. Geologia Geral. Livros técnicos e científicos ed. SA. Rio de Janeiro, 375 p., 1998.
BRAGA, B.; HESPANHOL, I.; CONEJO, J.G.L.; BARROS, M.T.L. de; VERAS JR; M.S.; PORTO, M.F. do A.; NUCCI, N.L.R.; JULIANO, N.M. de
A.; EIGER, S. Introdução a Engenharia Ambiental. São Paulo, 305 p, 2002.
DIAS, L.E., MELLO, J.W.V (eds.). Recuperação de áreas degradadas. Viçosa, 251 p., 1988.
EMBRAPA. Recuperação e manejo de áreas degradadas, Jaguariúna, 70 p, 1998.
LUCHESE, E.B., FAVERO, L.O.B., LENZI,E. Fundamentos da química do solo, Rio de Janeiro, 281 p, 2001.
MELLO, F.A.F.; BRASIL SOBRINHO, M.O.C.; ARZOLLA, S. SILVEIRA, R.I.; NETTO, A.C.; KIEHL, J.C. Fertilidade do solo. 2ª ed.,Piracicaba,
1984
IBAMA. Manual de Recuperação de Áreas Degradadas pela Mineração: técnicas de revegetação. Brasília, 1990.
Brasil, B Gestão Ambiental de Áreas Degradadas , Rio de Janeiro, 320 p, 2005
INSTITUTO AMBIENTAL DO PARANÁ – estudos de impacto ambiental (EIA/RIMAs) e Planos de recuperação de áreas degradadas (PRADS)
Meio ambiente e atividades rurais

Nível:Mestrado Profissional
Obrigatória:Não
Carga Horária:45
Creditos:3
Ementa:
Introdução à Disciplina. Objetivos da disciplina. Justificativas. Contextualização. Os Recursos Naturais e as Atividades Impactantes. Contexto.
As implicações ambientais relacionadas ao modelo atual. Diversificação de atividades. Implicações Ambientais de atividades sobre os Recursos
Naturais e suas Relações: Legislação ambiental; Vegetação; Água; Solo; Resíduos Sólidos; Ar; Biodiversidade. Estudo de caso: o setor
madeireiro; noções básicas; vantagens; desvantagens; implicações ambientais; planilhas de custo.
Bibliografia:
ANDREOLI, C.V.; CARNEIRO, C. (Eds.). Gestão Integrada de Mananciais de Abastecimento Eutrofizados. Curitiba: Sanepar Finep, 2005. 500p.
BERTONI, J.; LOMBARDI NETO, F. Conservação do Solo. São Paulo: Ícone, 1999. 355p.
BOLLMANN, H.A.; CARNEIRO,C.; PEGORINI, E.S.; Qualidade da água e dinâmica de nutrientes. In: ANDREOLI, C.A.; CARNEIRO, C.; (eds.)
Gestão Integrada de Mananciais de Abastecimento Eutrofizados. Editora capital Ltda, Curitiba, 2005, p 83-120.
CARNEIRO, C. ; SCHEER, M. B. ; CUNHA, F. ; ANDREOLI, C. V. . Manual Técnico para Implantação de Cortinas Verdes e Outros Padrões
Vegetais em Estações de Tratamento de Esgoto. 01. ed. Curitiba – PR: , 2009. v. 01. 109 p
CARNEIRO, C. A movimentação por veiculação hídrica do fósforo e outros macroconstituintes químicos sob a influência de fatores naturais e
tecnogênicos na bacia do rio Timbu, tributário do reservatório Iraí – Região Metropolitana de Curitiba. Tese de doutorado – UFPR, Curitiba,
2008, 225 p.
CONAMA – Conselho Nacional de Meio Ambiente – Resolução nº 357, de 17 de Março de 2005. Dispõe sobre a classificação dos corpos de
água e diretrizes ambientais para o seu enquadramento, bem como estabelece as condições e padrões de lançamento de efluentes, e dá outras
providências. Diário Oficial da União, Brasília, 2005.
COSTA, F.P. et al. Sistema e Custo de Produção de Gado de Corte no Estado do Rio Grande do Sul – Região da Campanha, EMBRAPA – Gado
de corte, Campo Grande, Comunicado Técnico 95, 8 p, 2005
CUNHA, C. (Org.) ; CARNEIRO, C. (Org.) ; GOBBI, E.F. (Org.) ; ANDREOLI, C. V. (Org.) . Eutrofizaçao de Reservatorios: Gestao Preventiva.
Estudo Intercisciplinar na Bacia do Rio Verde, PR. Curitiba, 2011. 515 p.
DAROLT, M.R.; SKORA, F.N. Sistema de plantio direto em agricultura orgânica. Disponível na internet via
http://www.planetaorganico.com.br/Daroltsist.htm. Arquivo capturado em 12 de novembro de 2008.
EMBRAPA. Recuperação e manejo de áreas degradadas, Jaguariúna, 70 p, 1998.
ESTEVES, F. A. Fundamentos de Limnologia. Rio de Janeiro: Interciência, 2 ed, 1998, 602 p.
JARDIM, W.R. Bovinocultura. Instituto Campineiro de Ensino Agrícola, Campinas, 520 p.
LUCHESE, E.B., FAVERO, L.O.B., LENZI,E. Fundamentos da química do solo, Rio de Janeiro, 281 p, 2001.
LUSTOSA, J.; ROCHA, A. Integração Lavoura-Pecuária. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento-MAPA, Boletim Técnico. Brasília,
37 p., 2007.
.
SOUZA FILHO, J.; SCHAPPO, C.L.; TAMASSIA, S.T. J. Custo de produção do peixe de água doce. ed. rev. Florianópolis: Instituto
Cepa/SC/Epagri, Cadernos de Indicadores Agrícolas n2; 2003. 40 p..
SOUZA, J.A.; et al.Plantas medicinais – Orientações gerais para o cultivo l. Cartilha de Plantas Medicinais, lV, Brasília, 2006.
SPADOTTO, C. A. Avaliação de Riscos Ambientais de Agrotóxicos em Condições Brasileiras. Jaguariúna/SP: Embrapa Meio Ambiente, doc nº
58, 2006, 20 p
Estatística para Pesquisas em Sustentabilidade

Nível:Mestrado Profissional
Página 13/77 – 22/05/2012 11:38:36
Obrigatória:Não
Carga Horária:45
Creditos:3
Ementa:
O estudo de temas da sustentabilidade requer com frequência a análise de inúmeras variáveis ao mesmo tempo. Análise multivariada é uma
poderosa ferramenta, tanto para a aplicação em pesquisas, como para a definição de estratégias e análise de projetos práticos nas
organizações.Promover o entendimento dos alunos sobre a análise multivariada, com foco em aplicações práticas e interpretação de resultados.
Aplicações da Estatística multivariada. Análise de variância (multivariada). Análise de Regressão (multivariada). Análise de Cluster. Análise
Fatorial. Análise Discriminante. Análises de Correspondência. Mapas percepcionais.
Bibliografia:
Bendixen, M. (1996) A practical guide to the use of correspondece analysis in marketing research Marketing Reserach On-Line. V. 1 Online unter
URL: 23. 02. 2003.
Cunha, Júnior M. V. M. (2000) Análise multidimensional de dados categóricos: aplicação das análises de correspondência em marketing e sua
integração com técnicas de análise de dados quantitativos Revista de Administração. v. 35, N.1, P. 32-50, Jan./março.
Kaciak, E.; Louviere, J. (1990) Multiple correspondence analysis of multiple choice experiment data. Journal of Marketing Research. v. 27, p.
455-65, Nov.
Valentin, J. L. (2000) Ecologia numérica Rio de Janeiro: Editora Interciência.
Wichern, D. W., Johnson, R. A. Applied multivariate statistical analysis. Upper Saddle River, NJ: Pearson Prentice-Hall, 6ªed., 2007.
Modelos de Avaliação de Desenvolvimento Sustentável

Nível:Mestrado Profissional
Obrigatória:Não
Carga Horária:45
Creditos:3
Ementa:
Bases conceituais e instrumentais voltadas ao desenvolvimento sustentável. Dimensões do desenvolvimento sustentável. Modelos de avaliação.
Indicadores de desenvolvimento sustentável. Modelos e critérios de avaliação para medição do desenvolvimento sustentável.
Bibliografia:
BELLEN, Hans Michael van. Indicadores de sustentabilidade: uma análise comparativa. 2. ed. Rio de Janeiro: FGV, 2006.
CHARLAND, Janine & YOUNG, Dennis. Successfull local economic development initiative. Toront Press, ICURR: 1992.
COMISSÃO MUNDIAL SOBRE O MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO. Nosso Futuro Comum. 2 ed. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio
Vargas, 1991.
CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE O MEIO AMBIENTE EDESENVOLVIMENTO. Agenda 21. Conferência das Nações Unidas
sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, Rio de Janeiro, 3-14 de junho de 1992. São Paulo: SMA, 1997.
COSTA, Frederico Lustosa da; CASTANHAR, José Cezar. Avaliação de programas públicos: desafios conceituais e metodológicos in RAP Rio
de Janeiro 37(5):969-92, Set.Out. 2003.
GUERREIRO, Cristina. Indicadores de Desenvolvimento Sustentável, aplicados em Sistema de Informação Geográfica (SIG), para o Litoral
Norte da Bahia. Dissertação de Mestrado em Política e Gestão Ambiental. Brasília: UNB, 2004.
HEMPHILL, Leslei; MCGREAL, Stanley; BERRY, Jim. An Aggregates Weighting System for Evaluation Sustainable Urban Regeneration. In:
Journal of Property Research, 2002.
JANNUZZI, Paulo de Martino. Déficit Social nos Municípios Brasileiros: Conceitos, Indicadores, Índices e Tipologia. In: Boletim Estatísticas
Públicas. n.1 Salvador: jan. 2005.
LIANG, Shing-Ko; HSIEH, Sung-Yi. The Development and Evaluation of an Index to Measure the “Sustainable Vitality” of Commercial Banks. In:
International Journal of Management; Sep 2006; 23, 3; ABI/INFORM Global, p. 729.
PNUD – Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento. Índice de Desenvolvimento Humano. Disponível em:

QUINTELLA, R. H.; SOARES JUNIOR, J. S. Desenvolvimento Social X Desenvolvimento Econômico: como bons indicadores podem ajudar na
interface entre os Governos Estadual e Municipal. In: ENANPAD, XXV, 2001, Campinas. Anais do XXV ENANPAD. ANPAD, 2001.
SACHS, I. Caminhos para o desenvolvimento sustentável. 2. ed. Rio de Janeiro: Garamond, 2002.
____. Espaços, Tempos e Estratégias de Desenvolvimento. São Paulo: Vértice, 1986.
SEN, Amartya Kumar. Desenvolvimento como liberdade. São Paulo: Companhia das Letras, 2000.
UNITED NATIONS. Indicators of sustainable development: framework and methodologies 2001. New York:United Nations, Department of
Economics and Social Affairs, 2001. Disponível em: Acesso em: 07
mar 2007.
VAN BELLEN, H. M. Indicadores de desenvolvimento sustentável ? Um levantamento dos principais sistemas de avaliação. In Anais do
ENANPAD 2002, Salvador 22 a 25 de setembro
de 2002. 1 CD-ROM
VEIGA, J. E. A insustentável utopia do desenvolvimento. In: LAVINAS, L. (org). Reestruturação do espaço urbano e regional no Brasil. São
Paulo: Hucitec & ANPUR. 1993.
Instrumentos Econômicos de estímulo à proteção ambiental

Nível:Mestrado Profissional
Obrigatória:Não
Carga Horária:45
Página 14/77 – 22/05/2012 11:38:36
Creditos:3
Ementa:
Os instrumentos de comando e controle têm seu valor na proteção do meio ambiente mas há muito que se entende não serem suficientes para a
efetividade plena de uma política de preservação ambiental. Neste cenário, sobressai a importância dos instrumentos econômicos que podem e
devem ser utilizados para estimular procedimentos e condutas voluntárias, desejáveis do ponto de vista ambiental. E a política de pagamento
por serviços ambientais merece destaque pois, ao premiar e compensar quem presta valorosa contribuição para os serviços ecossistêmicos,
torna aliados da preservação ambiental aqueles que, em circunstâncias normais, seriam seus agressores.
A importância dos instrumentos econômicos e fiscais para a proteção do meio ambiente. Serviços ambientais e serviços ecossistêmicos.
Princípios do poluidor-pagador, usuário-pagador e protetor-recebedor. Compensação e gratificação pelos serviços ambientais. Provedores dos
serviços ambientais. Beneficiários dos serviços ambientais. Formas de compensar e premiar os serviços ambientais. Pagamento por serviços
ambientais na legislação brasileira.
Bibliografia:
BECHARA, Erika. A compensação e a gratificação por serviços ambientais na legislação brasileira.In: GALLI, Alessandra (coord.). Direito
Socioambiental: homenagem a Vladimir Passos de Freitas. Curitiba: Juruá, vol. 2, p.157-173, 2010.
BORN, Rubens Harry; TALOCCHI, Sergio. Compensações por serviços ambientais: sustentabilidade ambiental com inclusão social. BORN,
Rubens Harry; TALOCCHI, Sergio (org). Proteção do capital social e ecológico por meio de compensações por serviços ambientais (CSA). São
Paulo: Peirópolis, 2002, p.27-45
GELUDA, Leonardo; YOUNG, Carlos Eduardo F. Pagamentos por serviços ecossistêmicos previstos na Lei do SNUC – teoria, potencialidades e
relevância. III Simpósio de Áreas Protegidas. Disponível em http://sap.ucpel.tche.br/pdf/aspectos_juridicos/AJC2724.pdf> Acesso em 5 jan.2010.
NUSDEO, Ana Maria. Pagamento por serviços ambientais no Brasi. Elementos para uma regulamentação ambientalmente íntegra e socialmente
justa, Tese de Livre-docência, São Paulo: USP, 2011.
_________________; O papel dos mercados na proteção ambiental. Revista Jurídica do Ministério Público de Mato Grosso, v. 5, p. 119-128,
2008.
WUNDER, Sven. Pagos por servicios ambientales: Principios básicos esenciales. CIFOR Occasional Paper, n. 42. 2006. Disponível em:
http://www.cifor.cgiar.org/pes/publications/pdf_files/OP-42S.pdf>. Acesso em: 14 jan. 2010.
Responsabilidade civil por danos ambientais

Nível:Mestrado Profissional
Obrigatória:Não
Carga Horária:45
Creditos:3
Ementa:
Dano ambiental. Reparação do dano ambiental. A tríplice responsabilidade ambiental. Responsabilidade civil. Conceito e elementos.
Responsabilidade civil ambiental sem culpa. Teorias do risco. Responsabilidade civil solidária. Poluidores, poder público e instituições
financeiras.
Bibliografia:
BENJAMIN, Antonio Herman de Vasconcellos e. Responsabilidade civil pelo dano ambiental. Revista de Direito Ambiental. São Paulo: RT, nº
9:5-52, 1998.
LEITE, José Rubens Morato. Dano ambiental: do individual ao coletivo extrapatrimonial. São Paulo: RT.
MIRRA, Álvaro Luiz Valery. Ação Civil Pública e a reparação do dano ao meio ambiente. São Paulo: Juarez de Oliveira.
NERY Jr., Nelson. Responsabilidade civil por dano ecológico e ação civil pública. Justitia. São Paulo, nº 46:168-189, 1984.
__________; ANDRADE NERY, Rosa Maria. Responsabilidade civil, meio ambiente e ação coletiva ambiental. In: BENJAMIN, Antonio Herman
V. (coord.). Dano Ambiental, Prevenção, reparação e repressão. São Paulo: RT, 1993, p. 278-307.
SANTILLI, Juliana. A co-responsabilidade das instituições financeiras por danos ambientais e o licenciamento ambiental. Revista de Direito
Ambiental. São Paulo: RT, nº 21:132-173, 2001.
SILVA, Danny Monteiro da. Dano ambiental e sua reparação. Curitiba: Juruá, 2006.
Métodos Qualitativos de Pesquisa

Nível:Mestrado Profissional
Obrigatória:Não
Carga Horária:45
Creditos:3
Ementa:
A questão dos Métodos Qualitativos, Etnografia, Entrevistas, Análise de discurso, Análise de Conteúdo, Grupos Focais, Métodos observacionais,
Análise documental, Estudos de caso, Pesquisa Ação, Análise de dados qualitativos e Questões de qualidade em pesquisa.
Bibliografia:
BOOTH, W. C. , COLOMB G. G. e WILLIANS, J.M. A Arte da Pesquisa. Martins Fonte, 2005.
CRESWELL, J.W. Projeto de Pesquisa. 2ª ed. Porto Alegre. Bookman e Artmed, 2007
DENZIN, N. K., LINCOLN Y. S. e outros. O Planejamento da Pesquisa Qualitativa. 2ª ed. Bookman, 2009
WEINBERG, D. Qualitative Research Methods. Blackwell Publishers, 2001
YIN, R. Estudo de Caso – planejamento e métodos. Bookman. 2010.
Bibliografia Complementar
Página 15/77 – 22/05/2012 11:38:36
ALVES, R. Filosofia da ciência. Introdução ao jogo e suas regras. São Paulo: Loyola, 2000.
BARDIN, L. Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70, 2011.
BASTOS, R. Ciências Humanas e Complexidades: projetos, métodos e técnicas de pesquisa. Juiz de Fora: EDUFJF, 1999.
BECKER, H. Métodos de pesquisa em ciências sociais. São Paulo: Hucitec, 1999.
BOURDIEU, P. A Profissão de Sociólogo. Petrópolis, Vozes, 1999.
CORBIN, J.; STRAUSS, A. Grounded theory research: procedures, canon, and evaluative criteria. Qualitative Sociology, vol. 13, n. 1, 1990.
DIMAGGIO, P. Comments on “What theory is not”. Administrative Science Quarterly, vol. 40, n. 3, 1995.
ECO, Humberto, Como se faz uma tese. S.Paulo, Perspectiva, 1993.
FLICK, U. Uma introdução à pesquisa qualitativa. Porto Alegre: Bookman, 2004.
JICK, T. Mixing qualitative and quantitative methods: triangulation in action. Administrative Science Quarterly, vol. 24, n. 4, 1979.
KING, G.; KEOHANE, R.; VERBA, S. Designing social inquiry: scientific inference in qualitative research. Princeton U. Press, 1994.
MILLS, C. W. A imaginação sociológica. Rio de Janeiro, Zahar, 1992.
MORGAN, D. Focus groups. Annual Review of Sociology. Vol. 22, 1996.
MORGAN, G.; SMIRCICH, L. The case for qualitative research. The Academy of Management Review. vol. 5, N. 4, 1980.
NOHRIA, N.; ECCLES, R.G. Where does Management Knowledge come from? In ALVAREZ, J. L. The Diffusion and Consumption of Business
Knowledge. New York, St. Martin?s Press, 1998.
RATNER, C. Subjectivity and objectivity in qualitative methodology. Forum: Qualitative Social Research. Vol. 3, No. 3, 2002.
SILVERMAN, D. Doing qualitative research: a practical handbook. London: Sage, 2000.
SILVERMAN, D. Qualitative research: theory, method and practice. London: Sage, 1998.
STRAUSS, A.; CORBIN, J. Basics of qualitative research. London: Sage, 1998.
SUTTON, R.; STAW, B. What theory is not. Administrative Science Quarterly, vol. 40, n. 3, 1995.
TESCH, R. Qualitative research: analysis types and software tools. New York: Falmer Press, 1990.
THIOLLENT, M. Metodologia da pesquisa-ação. São Paulo: Cortez, 2003.
VAN MAANEM, J. Reclaiming qualitative methods for organization research. Administrative Science Quarterly, vol. 24, n. 4, 1979.
WEBER, M. Ciência e Política: duas vocações. S. Paulo, Cultrix, 1996.
WEICK, K. What theory is not, theorizing is. Administrative Science Quarterly, vol. 40, n. 3, 1995
Responsabilidade socioambiental

Nível:Mestrado Profissional
Obrigatória:Não
Carga Horária:45
Creditos:3
Ementa:
A responsabilidade socioambiental e a função empresarial. A evolução do conceito e das práticas de responsabilidade socioambiental. Principais
fatores que impulsionam às práticas de responsabilidade socioambiental no ambiente organizacional. Alinhamento do Modelo de gestão e
práticas de responsabilidade socioambiental. Melhores práticas de responsabilidade socioambiental. Responsabilidade socioambiental como
estratégia de gestão, de produção, de sustentabilidade e de desenvolvimento. Indicadores, certificações, tecnologias e instrumentos de gestão
relacionados à responsabilidade socioambiental. Desafios da prática e tendências dos debates sobre responsabilidade socioambiental.
Bibliografia:
ALMEIDA, Fernando. O mundo dos negócios e o meio ambiente no século XXI. In: TRIGUEIRO, Andre (Org.). Meio ambiente no século XXI. Rio
de Janeiro: Sextante, 2003.
ASHLEY, Patricia Almeida (Coord.). Ética e responsabilidade social nos negócios. São Paulo: Saraiva, 2002.
BERTÉ, Rodrigo. Gestão Socioambiental no Brasil. São Paulo Editora Saraiva 2010.
DIAS, R. Gestão ambiental: responsabilidade social e sustentabilidade. 2. ed. rev. atual. São Paulo: Atlas, 2011.
FRIEND, GIL. O segredo das empresas sustentáveis – A vantagem das estratégias verdes. Centro Atlântico, 2009.
Manual Como as Empresas Podem Implementar Programas de Voluntariado. São Paulo: Instituto Ethos, 2001.
MARINO, Eduardo. Manual de avaliação de projetos sociais: uma ferramenta para a aprendizagem e desenvolvimento de sua organização. São
Paulo: Instituto Ayrton Senna, 1998.
MAY, P. H.; LUSTOSA, M. C.; VINHA, V. da. Economia do meio ambiente: teoria e prática. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003.
MCINTOSH, Leipziger, Jones & Coleman. Cidadania Corporativa: Estratégias bem-sucedidas para Empresas Responsáveis. Rio de Janeiro:
Qualitymark, 2001.
VEIGA, J. E. da. Desenvolvimento sustentável: o desafio do século XXI. 2. ed. Rio de Janeiro: Garamond, 2006.
Políticas Públicas e Gestão Ambiental no Brasil

Nível:Mestrado Profissional
Obrigatória:Não
Carga Horária:45
Creditos:3
Ementa:
Políticas públicas ambientais devem considerar a dificuldade de regulação de ações preventivas em matéria de meio ambiente. O desafio é
forçar a internalização do custo ambiental sem onerar demasiadamente a sociedade. Os custos sociais das políticas ambientais devem ser
medidos à luz de direitos constitucionais fundamentais. O objetivo do curso é entender o impacto dos diferentes níveis de incerteza na
formulação de políticas públicas. A gestão ambiental eficiente depende de análise custo benefício para casos de incerteza leve. Exige, ainda, a
operacionalização do princípio da precaução em casos de incerteza dura. Acesso à informação, capacitação e participação são ferramentas
essenciais para o sucesso da gestão ambiental. Diante da incerteza do resultado, o equilíbrio de políticas públicas depende da efetiva
participação qualificada construída com foco em procedimento e ampla divulgação e acesso à informação.
Bibliografia:
Cass R. Sunstein, Risk and Reason, Safety, Law and the Environment, Cambridge University Press, 2002;
Celso Antonio Pacheco Fiorillo, Curso de Direito Ambiental Brasileiro, Saraiva, 2011;
Édis Milaré, Direito do Ambiente, RT, 2011;
Lesley McAllister, Making Law Matter: Environmental Protection and Legal Institutions in Brazil (Stanford Law Books, 2008, #ISBN-10:
0804758239 / ISBN-13: 978-0804758239)
Norman J Vig and Michael E. Kraft, Environmental Policy: New Directions for the Twenty-first Century, CQ Press; 7th edition (July 15, 2009);
Paulo Antunes Bessa, Direito Ambiental, Atlas, 2012;
Paulo Affonso Leme Macho, Direito Ambiental Brasileiro, Malheiros, 2011;
Richard Lazarus, The Making of Environmental Law (University of Chicago Press, 2006);
Rômulo S. R. Sampaio, Direito Ambiental Doutrina e Casos Práticos, Campus, 2011;
Gestão de Projetos para a Construção de Soluções Sustentáveis

Nível:Mestrado Profissional
Obrigatória:Não
Carga Horária:45
Creditos:3
Ementa:
Nesta disciplina será desenvolvido os conceitos e a aplicação prática da Gestão de Projetos para a Construção de Soluções Sustentáveis. Tem
como objetivo desenvolver a habilidade da estruturação de projetos para a Construção de Soluções Sustentáveis e compreender a Interconexão
entre a Gestão Estratégica Sustentável e a Gestão de Projetos, os conceitos da Gestão Sustentável de Projetos e os conceitos associados a
sistemas integrados. Estruturação de Projetos de Soluções Sustentáveis, os modelos de monitoramento integrado de Projetos de Soluções
Sustentáveis, assim como os diversos processos e métodos para a construção de projetos de soluções sustentáveis. Aplicar os conceitos
aprendidos na disciplina a partir da estruturação de um Projeto de Solução Sustentável.
Bibliografia:
COOPER, Robert G.; EDGETT, Scott J; Kleinschmidt, Elko J. Portfolio Management for New Products. 2nd Edition. Cambridge: Perseu Books,
2001.
KERZNER, Harold. Project Management: a System Approach to Planning, Scheduling, and controlling. 10ª ed. New York: John Wiley & Sons,
Inc., 2009.
LARMAN, Craig; Agile and Iterative Development: A Manager’s Guide. Boston: Pearson Education, 2004.
MINTZBERG, Henry; Managing: desvendando o dia a dia da gestão. 1a Edição. Porto Alegre: Bookman, 2010.
MORGAN, J.; LIKER, J. The Toyota Product Development System: Integration People, Process, and Technology. Productivity Press, 2006.
MORGAN, Mark; LEVITT, Raymond E.; MALEK, Willian. Executing your Strategy: how to break it down & get it done. Boston: Harvard Business
School Press, 2007.
PMI, PMBOK: Um Guia do Conjunto de Conhecimento do Gerenciamento de Projetos. PMI: Newton Square, 2009.
PORTER, Michael. Vantagem Competitiva: criando e Sustentando um desempenho superior. 35a Edição. Campus, 1990.
SHENHAR, Aaron J.; DVIR, Dov. Reinventando o Gerenciamento de Projetos. Boston: Harvard Business School Press, 2010.
Economia criativa

Ementa: Cultura e Globalização. Nova Economia. Criatividade, Inovação e Empreendedorismo. Cidades Criativas. Clusters Criativos. Indústrias Criativas. Economia Criativa e Inovações sociais. Economia Criativa e Políticas Públicas Inter setoriais. Economia Criativa e Ações Estruturantes de Desenvolvimento Local. Economia social e economia solidária

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