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> Dia Internacional da Mulher

Para fecharmos o mês de março, em que celebramos o Dia Internacional da Mulher, apresentamos a história da acadêmica Amanda: angolana que adotou o Brasil em seu coração; jovem e empoderada.
Dia Internacional da Mulher

Superação, empoderamento e respeito – por si e pelos outros. Características relacionadas à uma jovem de apenas 22 anos, a acadêmica Amanda Cristina dos Santos Kissua, nascida em Luanda, na Angola.

Quando conhecemos Amanda, sua energia e alegria contagiam e encantam. Há três anos, a jovem veio ao Brasil em busca de uma formação acadêmica com qualidade, ciente que não conseguiria a mesma estrutura em seu país. Ela é a caçula de nove filhos. Foi educada pelos seus irmãos, que mantiveram a família unida com muito carinho após a morte de seus pais, quando Amanda tinha apenas quatro anos de idade. “Amo meus irmãos. Meus sobrinhos são como filhos e as pérolas mais preciosas em minha vida”.

Fortalecida em sua fé Cristã, morando com sua irmã, Amanda atua como modelo, fotógrafa e ainda é acadêmica da Faculdade ISAE Brasil. “O ISAE me motiva a fazer a diferença para a sociedade, estou aprendendo muito sobre sustentabilidade e almejo trabalhar na ONU”, idealiza. Embora não se considere “feminista”, mantém uma página no Facebook – Preta Urbana Angolana – que utiliza para divulgação de seus trabalhos fotográficos. “Não sou feminista, mas acredito muito na força da mulher. Uso meu trabalho para divulgar a mulher preta, tanto as do meu dia a dia, como as que fazem a diferença por este mundo a fora. As mulheres devem ser respeitadas por toda a sua feminilidade”. A jovem ainda cita a escritora nigeriana Chimamanda Adichie: “Uma mulher que possui uma voz, é por definição uma mulher forte”.

O Dia Internacional da Mulher para Amanda é um dia de reflexão. Lembrar que na história da humanidade e até hoje muitas mulheres são desrespeitadas e mortas cruelmente. “Esse dia deve servir para nos motivarmos a criar um legado melhor como pessoas. Para revermos nosso sistema e políticas para que o ser humano, homem ou mulher, sejam respeitados igualmente”.

No fechamento do mês de março, o ISAE deseja que as vozes da Amanda, da Maria Rita, da Tia Ju e de todas as mulheres sejam sempre ouvidas. Que o respeito, a compaixão e a igualdade, independente de sexo, de cor ou de religião sejam disseminados em nosso dia a dia. Feliz dia, feliz mês e feliz vida para todas as mulheres.

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