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> O custo do Compliance

Mesa redonda realizada pelo MBA em Relações Governamentais debate as perspectivas e tendências de Compliance.
O custo do Compliance

O dever de estar em conformidade e de fazer cumprir regulamentos internos e externos impostos às atividades da organização, traduzido pelo termo “Compliance”, esteve em pauta com os especialistas: Priscila Jacober Pasqualin – Gerente Jurídica e Compliance – Grupo Boticario; Rafael Wallbach Schwind – Sócio/Partner – Justen, Pereira, Oliveira & Talamini; e Marco Antônio Guimarães – Procurador Jurídico da Federação das Indústrias do Estado do Paraná. O evento foi realizado no dia 13, pelo MBA em Relações Governamentais do ISAE, conveniada FGV, e mediado por Felipe Salomão – Relações Institucionais do Grupo Boticário e aluno do curso.

Em pauta

O objetivo da mesa redonda foi discutir como as empresas estão estabelecendo medidas e controles internos, como têm evitado a violação de regulamentos e se é possível estabelecer um sistema de integridade eficaz dado o atual quadro de crise ética que o Brasil atravessa. “Com a Lei Anticorrupção, as empresas estão tendo que se adequar e a relação entre as práticas de compliance e Licitações se tornou um campo de trabalho muito atraente e promissor. Basicamente, a lei permite que a sua aplicação tenha um efeito jurídico para que empresas envolvidas em denúncias de corrupção voltem a participar de processos licitórios”, explica Schwind.

Já Priscila, falou sobre o processo de implementação e apresentação das regras de compliance para o Grupo Boticário. “As boas práticas e o código de conduta do Boticário está implementado desde 2009, porém estamos em constante atualização e evolução quanto à prevenção, ao controle e à conscientização”.

Tom of the top

Segundo Guimarães, a Lei Anticorrupção, de 2003, que passou a vigorar em 2014, potencializada pelas prisões e escândalos de corrupção, foram um grande salto em relação ao compliance e às suas perspectivas, pois fez com que os empresários despertassem para o seu desenvolvimento dentro das organizações. Para ele, o entendimento de compliance na cultura organizacional deve começar pela liderança. “Os grandes executivos devem “comprar” o compliance não com uma ideia de custo, mas de que é bom para o desenvolvimento, a permanência e a sustentabilidade dos negócios. O compliance tem seu custo, mas experimente o custo do não compliance”.

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