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MBA FGV

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Giro

Giro no Prêmio Ozires Silva

Créditos: Luis Batista/ Carlos Ruggi/ ISAE

Aqui você confere os principais momentos da cerimônia de premiação do 7º Prêmio Ozires Silva de Empreendedorismo Sustentável. 

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Empreendedorismo Ambiental

Práticas Ambientais Sustentáveis

O 7º Prêmio Ozires Silva de Empreendedorismo Sustentável premia os melhores projetos de preservação do Planeta

Crédito: Luis Batista/ ISAE

Representantes dos projetos vencedores na categoria Empreendedorismo Ambiental

Uma das categorias do 7º Prêmio Ozires Silva de Empreendedorismo Sustentável é a Empreendedorismo Ambiental, que reúne projetos relacionados ao desenvolvimento de atividades que colaborem com práticas empreendedoras para o meio ambiente, como a criação e/ou fabricação de produtos ou serviços que reduzam o impacto ao meio ambiente, práticas da construção civil, industriais, no comércio e turismo, entre outras atividades, toda e qualquer prática aplicável para minimizar o impacto ou melhorar as condições do meio ambiente.

Entre os projetos vencedores está o da Companhia Brasileira de Conservação de Florestas, de Curitiba, que venceu a modalidade Empresa de Micro e Pequeno Porte, com o trabalho “Reserva Particular de Desenvolvimento Sustentável (RPDS)”. O projeto visa criar unidades de conservação particulares, transformando recursos naturais da Floresta Amazônica em renda e conservação, respeitando os princípios de responsabilidade socioambiental. Além de ser uma solução econômica para a conservação, abrindo caminho para que empresas sociais trabalhem na preservação da Floresta.

Em Plano de Negócios, o vencedor foi Jefferson de Queiroz Crispim, de Campo Mourão (PR), com o projeto “Melhoria da saúde de agricultores familiares através da implantação de técnicas de saneamento na agricultura familiar”. A aplicação da técnica de solo-cimento para a  proteção das nascentes em 25 propriedades de agricultores familiares, na comunidade Muquilão, no município de Iretama (PR), contribuiu para reduzir, por meio da limpeza, proteção e reflorestamento ripário, os agentes bacteriológicos que afetam a saúde das famílias de assentados.

Com a proposta “Habitações Sustentáveis executada com Passivos Ambientais”, Eglimaria Pereira Munhóz, de Foz do Iguaçu (PR), venceu na modalidade Pessoa Física. O trabalho consiste em uma casa de aproximadamente 60m², executada sem utilizar nenhum saco de cimento, areia, tijolos e barras de ferro nervuradas. A maioria dos materiais utilizados na construção desta habitação são passivos ambientais (95%), criando uma habitação sustentável e móvel para a classe média baixa "Viver Eco".

O projeto vencedor na modalidade Empresa de Médio e Grande Porte, foi o “Recomposição da Vegetação em um trecho da Orla da Praia na Figueira”, do Porto de Itapoá (SC). A proposta tem como objetivo recompor a vegetação na orla da Praia da Figueira, mobilizando diversas esferas sociais. Com a intenção de educar e promover maior consciência para as questões ambientais, construindo uma metodologia participativa e eficaz para expandir futuramente outras áreas.

O projeto “Piscicultura sustentável: dos resíduos à geração bionegócios”, que realiza o aproveitamento das vísceras de tilápia, produzindo um óleo de excelente qualidade e gerando negócios onde antes não existia, da Piscis, de Jaguaribara (CE), recebeu a menção honrosa da categoria.

A proteção do planeta é muito importante para a sobrevivência dos que nele habitam. Esses projetos, de alguma forma, auxiliam nesse cuidado e zelo com a Terra, que tem sido degradada com o passar do tempo.

  • Confira abaixo os depoimentos dos vencedores da categoria Empreendedorismo Ambiental.

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Sebrae

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Empreendedorismo Econômico

Desenvolver economicamente o projeto

Categoria reúne trabalhos que visam auxiliar economicamente pessoas e empresas

Crédito: Luis Batista/ ISAE

Representantes dos projetos vencedores na categoria Empreendedorismo Econômico

Reunir trabalhos que desenvolvam atividades que colaboram com práticas economicamente empreendedoras, como toda e qualquer prática aplicável que melhore econômica e financeiramente uma empresa ou projeto, baseados no tripé da sustentabilidade. Esse é o objetivo da categoria Empreendedorismo Econômico.

Diversos trabalhos foram inscritos e entre eles o “Projeto Eu que Fiz Selecta/Duas Rodas”. Com um caráter sócio-educativo-financeiro, leva cursos gratuitos de administração de negócio e de transformação de chocolates, por meio de um caminhão-escola preparado com uma sala de aula e uma minicozinha, às pessoas de comunidades carentes do Brasil e a microempreendedores individuais, a empresa Duas Rodas venceu na modalidade Médio-Grande e Grande Porte. 

Na outra modalidade, de Micro e Pequeno Porte, o vencedor foi o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI-PR), com a proposta “Pré-Incubação de Projetos de Empresas em Telêmaco Borba Gerando Novos Negócios”. O trabalho consiste em um hotel de projetos inovadores para desenvolvimento de projeto, plano de negócio e protótipo para implantação de empresas na área de móveis e construção civil, utilizando como matéria-prima a madeira de pinus e eucalipto, buscando a verticalização da indústria madeireira do município de Telêmaco Borba.

A proposta “Aumento da Produção de Etanol e da Valorização do Óleo Fúsel pela Produção de Álcool Isoamílico Integrada à Produção de Etanol”, foi contemplado na modalidade Plano de Negócios. O trabalho escrito por Magno José de Oliveira, mostra que os resultados da produção integrada de álcool isoamílico e etanol indicam aumento da rentabilidade e sustentabilidade da usina, pois permite maior recuperação de etanol sem elevar a demanda de energia e melhor aproveitamento de seu subproduto, óleo fusel, para coprodução de álcool isoamílico.

A empresa Confia Microfinanças e Empreendedorismo recebeu uma menção honrosa pelo projeto “Crédito Produtivo e Orientado: Inovação e Crescimento Gradativo”. O trabalho consiste em oportunidade, transformação social e crescimento gradativo, que são as bases que a Confia viabiliza por meio de ações contínuas e progressivas frente ao público de baixa renda. O conhecimento é a base da transformação e por esse motivo a empresa destaca parcerias e resultados voltados para todos.

Os trabalhos premiados buscam melhorar a sustentabilidade das empresas pela vertente econômica, seja diminuindo gastos com produção, aumentando a renda da comunidade, pessoas e futuros projetos. Consequentemente, essas organizações se tornam protagonistas da sociedade.

  • Confira a entrevista com os vencedores desta categoria no vídeo a seguir: 

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Empreendedorismo na Educação

Educação com empreendedorismo

Educação responsável é o foco dessa categoria

Crédito: Luis Batista/ ISAE

Representantes dos projetos vencedores na categoria Empreendedorismo na Educação

A categoria Empreendedorismo na Educação privilegia os trabalhos relacionados ao desenvolvimento de práticas na área da Educação, como programas de ensino para jovens e adultos, desenvolvimento de sistemas pedagógicos, atividades de conscientização, projetos educacionais, educação corporativa, atividades relacionadas ao PRME (Princípios para a Educação Empresarial Responsável), entre outras atividades ou práticas aplicáveis à área.

Um dos contemplados da premiação foi o projeto “Aspectos Educacionais de um Sistema de Medição com Aplicações em Design, Arquitetura e Engenharia: Abordagem Didática de uma Maleta Portátil”, de Paulo Urbano Avila, de São Paulo (SP), na modalidade Pessoa Física. O trabalho propõe a utilização de um dispositivo prático e portátil para o ensino da Física – denominado Maleta SimuCal. O equipamento irá dinamizar o ensino da matéria, auxiliando na fixação de conceitos, a um custo reduzido e de fácil utilização.

Na modalidade Estudante, o vencedor foi Marcelo de Carvalho, de Curitiba, com o projeto “As Aventuras de Bomberix”. O trabalho é um jogo digital de plataforma, de educação preventiva e de preservação ambiental, em que o personagem principal é um bombeirinho. O game é voltado a crianças de 6 a 12 anos.

A empresa Sociedade Global venceu a modalidade Empresa de Micro e Pequeno Porte com o trabalho “Programa Jovens Profissionais do Desenvolvimento (JPD)”. O projeto é um programa, executado em Curitiba, de (trans)formação voltado para jovens profissionais e empreendedores que buscam profissionalização como Agentes do Desenvolvimento, em um novo perfil de Liderança Sustentável, Empreendedorismo Social e Cidadania Global.

O projeto “Água: Conhecimento para Gestão”, do Parque Tecnológico Itaipu, conquistou a premiação na modalidade Empresa de Médio e Grande Porte. O trabalho é um convênio entre a Agência Nacional de Águas (ANA), a Fundação Parque Tecnológico Itaipu (FPTI), com apoio da Itaipu Binacional para o desenvolvimento de ações de comunicação, difusão, mobilização social, capacitação e educação para a gestão de recursos hídricos no Brasil e demais países da América Latina. O projeto também oferece diversos cursos gratuitos, tanto para profissionais quanto para a comunidade que mora perto de bacias hidrográficas.

A Itaipu Binacional recebeu uma menção honrosa com o “Programa Cultivando Água Boa: Educação Ambiental para Sustentabilidade”. O programa tem uma atuação proativa na promoção da sustentabilidade de sua área de influência, como Foz do Iguaçu e região. A Educação Ambiental é um de seus principais eixos, envolve os atores sociais numa gestão participativa promovendo um novo modo de ser/sentir, viver, produzir e consumir.

A educação responsável é a melhor maneira de tentar mudar o futuro da sociedade, principalmente dos mais desassistidos. Por isso esses projetos ganham um grande peso perante o futuro da população.

  • Confira a seguir os depoimentos dos vencedores da categoria Empreendedorismo na Educação:

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Premium ISAE

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Empreendedorismo Social

Foco na melhoria da sociedade

Esse é o objetivo da categoria Empreendedorismo Social

Crédito: Luis Batista/ ISAE

Representantes dos projetos vencedores na categoria Empreendedorismo Social

Uma das categorias do Prêmio Ozires Silva de Empreendedorismo Sustentável, é a Social. Nela são contemplados os projetos que se relacionam a atividades de cidadania e direitos humanos, soluções para problemas sociais, campanhas sociais e de conscientização, assim como movimentos sociais e pastorais.

O vencedor da modalidade Plano de Negócios foi o trabalho A Responsabilidade Socioeconômica e Ambiental na Sustentabilidade e Desenvolvimento Local: Estudo de Caso da Associação de Catadores Resol”.O projeto, escrito por Elgson Decarle de Oliveira, apresenta os aspectos que tangem o desenvolvimento local à geração de trabalho e renda da associação. Ele foi planejado e executado, e resultou em 800% de aumento na renda dos que trabalham na Associação, de R$174,00 para R$1.300,00, em novembro de 2013.

Outra ganhadora do Prêmio é Sandra Sueli Vieira Mallin, com o projeto TA+ Tecnologia Assistiva, na modalidade Pessoa Física. O trabalho é voltado ao desenvolvimento de tecnologia assistiva, como cadeiras de roda, andadores, entre outros, com o diferencial da abordagem por meio do design, da ergonomia, da diversidade funcional, da inclusão, da humanização e da vida independente de crianças, gestantes, idosos, pessoas com deficiência, entre outros. Uma das metas é contribuir para a inclusão social das pessoas com deficiência, por meio de recursos tecnológicos avançados.

A ASID Brasil foi a vencedora na subcategoria Empresa Micro e Pequeno Porte, com o trabalho “O Índice de Desenvolvimento da Educação Especial como ferramenta para melhoria contínua da gestão de Escolas Especiais”. O objetivo do projeto é demonstrar como o Índice de Desenvolvimento da Educação Especial (IDEE) tem um impacto na melhoria da gestão de Escolas de Educação Especial. O case da Associação Franciscana de Educação ao Cidadão Especial (AFECE) foi o escolhido para ser detalhado e mostrar a evolução nos anos de 2011, 2012 e 2013.

Na subcategoria Empresa Médio e Grande Porte, os projetos Programa Cuide-se+: Prevenção ao Uso de Álcool e outras Drogas e Prevenção do Câncer, do Serviço Social Indústria do Estado do Paraná (SESI/PR) e Projeto Geração de Renda, da Dudalina, foram os ganhadores, pois ficaram empatados em suas avaliações. O Cuide-se+ visa levar qualidade de vida para o trabalhador da indústria paranaense por meio da prevenção e educação. A ideia do programa, que foi lançado em 2012, é permitir ao trabalhador viver com mais qualidade em casa e no trabalho, tendo um melhor rendimento e com maior produtividade. Já o Geração de Renda, reaproveita o resíduo têxtil montando kits de retalhos compostos por quadros de 08 cm X 08 cm e envia gratuitamente os kits para todo o Brasil. Além do material, o projeto fornece treinamentos na técnica de patchwork e também doa máquinas de costura.

Todos os projetos contemplados nesta categoria contribuem para uma sociedade mais justa e correta, sempre visando o bem-estar dos que vivem no ambiente em que o trabalho é realizado.

  • No vídeo a seguir, você pode conferir os depoimentos dos vencedores e saber a importância do Prêmio para o projeto deles. 

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Líder Globalmente Responsável

Um exemplo de liderança

Maestro é homenageado por seu projeto com descendentes de escravos no Amapá

Neste ano, o 7º Prêmio Ozires Silva de Empreendedorismo Sustentável inaugurou uma nova categoria: Liderança Globalmente Responsável. A homenagem é prestada aos protagonistas, que fazem a diferença na sociedade em que vivem.

O primeiro a receber o prêmio foi o Maestro Elias Tavares Sampaio, que também é Coordenador-Técnico e Diretor Artístico do Sistema Estadual de Bandas e Orquestras do Amapá.

Em entrevista a Perspectiva ISAE, Elias conta sobre o projeto que coordena, os desafios e o futuro que ele almeja para este trabalho, que tem dado expectativa de futuro a meninos e meninas que antes não tinham esperança. Confira o vídeo a seguir.

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Artigo

Brasil: Um cenário propício para aplicar a responsabilidade social corporativa como via ao desenvolvimento sustentável

Albert Estiarte: Formado em Inclusão Social e Dinamização Sociocultural. Especializado em Gestão de Empresas Culturais pela Universitat Internacional de Catalunya. Desde 2005, encabeça projetos de índole sociocultural, de responsabilidade social corporativa e desenvolvimento comunitário. Atualmente, atua no Instituto Superior de Administração e Economia - ISAE.

Por: Albert Estiarte Tarazón

A crise mundial, originada nos Estados Unidos em 2008, levou consigo um efeito dominó nas economias de outros países, um tsunami financeiro que desequilibrou Estados considerados como altamente desenvolvidos. Após seis anos, sem uma saída definitiva da recessão e consequente degradação progressiva de suas correspondentes populações, diagnósticos e teses colocam em dúvida sistemas econômicos, políticos, de consumo e produção, que fizeram da economia o principal eixo articulador e construtor de sociedades.

Mas, e o Brasil? Mergulhado em pleno processo de industrialização. Qual caminho quer seguir no seu desenvolvimento depois dos resultados trazidos pelos sistemas neoliberais?

Sociedade em desenvolvimento

Há poucos meses, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) apresentou dados relevantes sobre a evolução da realidade dos municípios brasileiros. No decorrer das duas últimas décadas, o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) cresceu favoravelmente, situando 74% dos municípios nas faixas de “alto” e “médio” IDH. Contudo, alerta também que, 25,2% das cidades (muitas delas localizadas nas regiões do Norte e Nordeste do país) encontram-se, ainda, nas faixas de “baixo” e “muito baixo” desenvolvimento.

Todavia, o novo Índice de Progresso Social lançado em 2013, iniciativa internacional que mediu o desempenho de 50 países nas dimensões sociais e ambientais, o Brasil conseguiu se posicionar como o BRIC mais “avançado socialmente”. Mas, apesar do seu progresso na redução da pobreza, na desigualdade social e de um ótimo posicionamento na inclusão das minorias, o estudo conclui que o país precisa tratar com urgência questões vinculadas à segurança pública, necessidades básicas, qualidade da saúde, equidade de gênero e acesso ao ensino superior.

Meio ambiente único e necessário

O Brasil é qualificado como um país rico em patrimônio natural. Conta com 13,2% da biota global em seu território (cabe citar que, as regiões de Centro-Oeste e Nordeste foram pouco estudadas) e possui diversidade de ecossistemas, os quais, além de proporcionarem riquezas em matéria-prima e alimentação (minerais, petróleo, pesca, etc.), contribuem extremamente para o equilíbrio da vida (repito, vida) no planeta terra, o que o situa em uma posição de alta responsabilidade na gestão de sua diversidade biológica. Especialmente na proteção de ecossistemas de alto valor natural que se encontram ameaçados pelo avanço de negócios agropecuários (Amazonas Legal e Pantanal).

Economia pujante

Em pleno processo de industrialização, agrupado nos países emergentes, considerado a sétima maior economia do mundo, segundo o Fundo Monetário Internacional e com crescimento em investimentos. É evidente que o Brasil se destaca frente à atual crise global. Porém, imerso em um modelo industrial, assim como os países que levaram seus sistemas à falência, está por ver se será capaz de sustentar o crescimento econômico, junto ao progresso tecnológico, à conservação ambiental e à inclusão social.

Cabe ressaltar que, terceiras vias aos sistemas econômicos tradicionais são sugeridas por novos olhares, mas infelizmente, no desespero de pegar a onda do crescimento, pouco é escutada pelos países emergentes.

Alternativa econômica

O economista austríaco, Christian Felber, ao apresentar uma alternativa, tanto ao capitalismo de mercado como à economia planificada, enxerga as empresas como players fundamentais na construção de sociedades solidárias, democráticas, com justiça social, dignidade humana e respeito com o meio ambiente. As corporações são percebidas como órgãos inerentes à comunidade. Devem incorporar a responsabilidade socioambiental como principal eixo articulador de sua estrutura, de suas operações e do seu modelo de negócios, influenciando desta forma, e extremamente, a comunidade e seus territórios (sejam de âmbito local, regional ou global) em seu processo de desenvolvimento. Felber indica também que, o benefício financeiro, normalmente o objetivo da empresa, converte-se no meio para um novo fim sugerido: o bem comum.

Oportunidade para um novo modelo de progresso

O Brasil, por si só, convida (ou desafia) a inovar para o seu desenvolvimento sustentável: uma economia vigorosa, mas, ainda, baseada nos sistemas de mercado industrializados, municípios na corrida para o progresso (mas com graves desigualdades sociais) e um rico e vital patrimônio natural em permanente ameaça. Esse panorama, e com a referência do erro de países imersos na crise, leva o Brasil a uma oportunidade única e histórica de delinear um novo paradigma de desenvolvimento.

Agora é a chance de empreender negócios conduzidos por líderes que analisaram o passado, compreendem o presente e vislumbram um futuro promissor. Negócios que possibilitem a convivência com a biodiversidade, que contribuam para o bem comum das sociedades e forneçam melhor qualidade de vida às pessoas.

Bibliografia:

BOFF, L. Sustentabilidade: o que é - o que não é. Petrópolis: Vozes, 2012, p. 17.

FELBER, C. La Economía del bien común, Deusto S.A. Ediciones, 2012.

FERREIRA, A. Críticas ao Índice de Desenvolvimento Humano: uma revisão. ______ .

LEWINSOHN, T. & PRADO, P. Síntese do Conhecimento Atual da Biodiversidade Brasileira. Contexto, 2003, p. 82 e 89.

Portal Brasil: Patrimônio brasileiro natural, 2010.

Disponível em: http://www.brasil.gov.br/sobre/cultura/patrimonio-brasileiro/natural. Acesso em: 19 ago. 2013.

Portal Ministério do Meio Ambiente: Biodiversidade Brasileira.

Disponível em: http://www.mma.gov.br/biodiversidade/biodiversidade-brasileira

Acesso em: 19 ago. 2013.

Portal Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento: Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil 2013.

Disponível em: http://atlasbrasil.org.br/2013/destaques/destaque1

Acesso em: 19 ago. 2013.

Site International Monetary Fund: Report for Selected Countries and Subjects, 2012.

Disponível em: http://www.imf.org/external/index.htm .

Acesso em: 19 ago. 2013.

Vanguardia Dossier. Brasil Emerge. Barcelona: La Vanguardia Ediciones S.L. Número 36, Julio / Septiembre 2010, p.63 e 39

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7º Prêmio Ozires Silva de Empreendedorismo Sustentável