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MBA FGV

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Giro

Festa do 9º Prêmio Ozires Silva de Empreendedorismo Sustentável

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Empreendedorismo Ambiental

Ajudar o meio ambiente

Premiados tiveram foco especial no reaproveitamento do meio ambiente

Crédito: Luís Polar

Uma das categorias do 9º Prêmio Ozires Silva de Empreendedorismo Sustentável é a Empreendedorismo Ambiental. Nela, reúnem-se projetos voltados ao desenvolvimento de atividades que colaboram com práticas empreendedoras para o meio ambiente, como por exemplo, a criação e/ou fabricação de produtos, ou serviços que reduzam o impacto ao meio ambiente. Também práticas industriais, da construção civil, no comércio e turismo, entre outras atividades. Enfim, toda e qualquer prática aplicável para minimizar o impacto ou melhorar as condições do meio ambiente. Neste ano, tivemos premiados que reaproveitam materiais, e até mesmo aplicativos de modalidade.

Confira abaixo:

Estudante – Potencial da incorporação de resíduos de borracha de pneus em matriz de gesso para utilização na construção civil

Este projeto tem por objetivo apresentar uma solução ambientalmente sustentável para ser utilizada na construção civil, com resíduos de borracha de pneus incorporados em matriz de gesso. A solução proposta permite o uso de um resíduo que é gerado em grandes quantidades no país (face ao grande número de empresas de recauchutagem), tornando possível sua aplicação em revestimentos internos de paredes e lajes, bem como na produção de placas de gesso para interiorização de ambientes internos (forros e paredes divisórias), pois utiliza materiais de construção convencionais e de custo relativamente baixo. O estudo desse tipo de resíduo visa a preservação do meio ambiente e a redução do impacto gerado pelo setor da construção civil no consumo de matéria-prima, favorecendo, por exemplo, as habitações de interesse social.

Pessoa Física – GET A RIDE! – App de caronas corporativas

O projeto tem como objetivo o desenvolvimento de um aplicativo corporativo de carona. A empresa que desejar adotá-lo, terá um grupo específico no qual somente seus colaboradores poderiam acessar.  Ele funcionará da seguinte maneira: quem tiver vaga disponível no carro informará no aplicativo, bem como a rota a ser seguida. Quem desejar carona, indicará  também. Tanto o “caroneiro” como o motorista poderão dar o aceite para a corrida. Alguns dos benefícios do aplicativo, são:

- Por ser corporativo, diminui os problemas de segurança para pegar carona com "desconhecidos";

- Forma de "compensação" na emissão de poluentes: mais de uma pessoa por carro.

 

Micro e Pequeno Porte – Unidade industrial da produção de briquetes ecológicos

Produzir briquete utilizando toda árvore Eucalyptus, oriundo de reflorestamento certificado FSC, sem adição de aglutinante deixando somente a ponteira na floresta, como fonte de energia limpa e sustentável.

Médio Porte – Produção de pasta de alto rendimento utilizando como matéria-prima resíduos de couro – projeto desenvolvido pelas empresas: Ademir José de Quadros e SENAI Telêmaco Borba

O objetivo geral deste projeto é produzir uma nova pasta de alto rendimento para setor papeleiro, a partir de resíduos de couro e testar a qualidade do papel fabricado com 50% desta fibra na receita do papel. A geração de um grande volume de resíduos é, sem dúvida, o maior dos problemas ambientais enfrentados pelo setor. Nas indústrias que utilizam o couro como principal matéria-prima (indústrias de calçados, vestuários, estofamentos, bolsas, cintos, etc.), cerca de 22,5% do que é posto em operação são descartados (retalhos ou aparas de couros em semiacabado e acabado), gerando resíduo com alto potencial poluidor.

Médio-Grande e Grande Porte – Reaproveitamento de resíduos e a economia circular

A Duratex pretende com este projeto, apresentar um pouco da sua cultura, seus objetivos e suas ações em relação à gestão do meio ambiente e sociedade. O foco do trabalho será em apresentar esta mudança conceitual, a busca pela inovação e o que a empresa tem feito para conciliar as suas iniciativas, favorecendo uma gestão mais eficiente do consumo de matéria prima e de seus resíduos de processos, consequentemente minimizando seus impactos ambientais.

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Empreendedorismo Social

Ajudar ao próximo

Trabalhos de desenvolvimento e crescimento profissional foram os vencedores

Crédito: Luís Polar

Uma das categorias do Prêmio Ozires Silva de Empreendedorismo Sustentável, é a Social. Nela são contemplados os projetos que se relacionam a atividades de cidadania e direitos humanos, soluções para problemas sociais, campanhas sociais e de conscientização, assim como movimentos sociais e pastorais. A grande maioria dos projetos envolveu o desenvolvimento de competências e o auxílio ao próximo.

Confira os vencedores:

Estudante – Os benefícios da utilização de um aparelho de suporte parcial de peso em pacientes com Hemiplegia resultante de acidente vascular encefálico

Trata-se de um Projeto que visa a produção de um aparelho de suporte parcial de peso de baixo custo, para auxiliar na reabilitação de indivíduos com Hemiparesia devido a um Acidente Vascular Encefálico, objetivando trazer benefícios por meio da utilização clínica, na reabilitação cinético-funcional de pacientes com alteração na biomecânica da marcha e demais desordens musculoesqueléticas.

Pessoa Física – Projeto Dialogando

Nestes anos de atuação, foram acumulados muitos ouvintes e parceiros que participaram e ajudaram o projeto. Atingindo aproximadamente 30 mil ouvintes nas escolas, universidades e outras instituições, estas dos mais variados grupos sociais. Hoje, há cerca de nove palestrantes no Paraná e duas empresas que comercializam as palestras. Recentemente, um dos “oficineiros” teve o privilégio de fazer um trabalho em Nova York, além ir à ONU e no Brasil fazer trabalhos para o Facebook. Esta tecnologia se tornou um empreendimento social na qual jovens tem aumentado sua renda através das palestras e oficinas.

Micro e Pequeno Porte – Voluntariado Líder Especial:  a união do benefício social com o desenvolvimento da liderança

Por que não gerar um benefício social e desenvolver a competência de liderança dos gestores de grandes empresas? Foi com esse questionamento que a ASID – Ação Social para Igualdade das Diferenças criou o Líder Especial, um projeto de voluntariado que se tornou realidade por meio da parceria com a Pelissari Gestão e Tecnologia. Diversos estudos, pesquisas e testes foram feitos para que a metodologia fosse criada e aprimorada. Através do Líder Especial, os colaboradores das empresas têm a oportunidade de desenvolver competências para o aprimoramento da sua liderança e, ao mesmo tempo, auxiliar as escolas para pessoas com deficiência na realização de melhorias significativas nos processos de gestão e liderança.

Médio Porte – Carinho de Mãe

A AFECE implementou em 2015 o projeto Carinho de Mãe, que visa criar mecanismos para a promoção da autonomia e empoderamento dessas mulheres que, por vezes, são de baixa renda e apresentam dificuldades financeiras, além dos desafios diários que envolvem a criação do cidadão especial. Além disso, está fundamentado na criação de produto social capaz de transformar necessidades e desejos humanos em produtos e serviços, de modo criativo, adequados não somente do ponto de vista econômico, mas também, sociais, culturais e ambientais.

Médio-Grande e Grande Porte – Programa de qualificação profissional em Liceus de Ofício

O projeto consiste em uma parceria realizada entre o Senai e a Prefeitura Municipal de Curitiba, por meio da Secretaria Municipal de Trabalho e Emprego, para promover a oferta de cursos de qualificação profissional gratuitos para a população de Curitiba em situação de vulnerabilidade social. Foram disponibilizadas 1.759 vagas, dividas em 79 turmas, em nove cursos diferentes, realizados ao longo de 2015, que oportunizaram a inserção de jovens e adultos e a recolocação de profissionais no mercado de trabalho, oportunizaram o recomeço de vida para estrangeiros e despertaram o interesse pelo empreendedorismo para os alunos. Até o mês de setembro de 2015, o programa teve 11% a mais de inscritos do que o previsto. Nesse mesmo período, a taxa de evasão foi de apenas 4%. 

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Sebrae

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Empreendedorismo Econômico

Crescimento econômico

Projetos visaram o aumento de renda e protagonismo de seus participantes

Crédito: Luís Polar

Reunir trabalhos que desenvolvam atividades que colaboram com práticas economicamente empreendedoras, como toda e qualquer prática aplicável que melhore econômica e financeiramente uma empresa ou projeto, baseados no tripé da sustentabilidade, o Triple Bottom Line (Pessoas, Planeta e Lucro). Esse é o objetivo da categoria Empreendedorismo Econômico, que este ano contemplou projetos visando o aumento de renda e protagonismo dos participantes destes trabalhos.

Conheça os projetos

Estudante – TRIARE

Em São Caetano do Sul, há um programa da Secretaria Municipal de Assistência e Inclusão Social que insere pessoas desempregadas em uma frente de trabalho oferecendo um auxílio de R$ 540,00 e uma cesta básica mensal. Uma das atividades oferecidas por esse programa é o trabalho em uma esteira de triagem de resíduos sólidos. Os trabalhadores, em sua maioria, são analfabetos funcionais, têm baixa autoestima e enfrentam problemas financeiros devido ao baixo salário. Nosso projeto, em parceria com o Departamento de Água e Esgoto (DAE) de São Caetano do Sul, tem como objetivo transformar a triagem, a qual atualmente é subsidiada pela prefeitura, em uma cooperativa que independa desta e consiga se autogerir, emponderando os trabalhadores com as ferramentas necessárias para se realizar a gestão da cooperativa. Esta receberá todo o lixo reciclável da cidade, realizará a triagem, prensa e comercialização dos recicláveis.

Micro e Pequeno Porte – Projeto de economia solidária e protagonismo feminino

O projeto tem como objetivo, promover a geração de renda por meio da “Economia Solidária” na perspectiva de gênero feminino, tendo em vista o empoderamento e a superação dos desafios sociais, referentes ao ciclo da dependência. Sendo um trabalho de autogestão, ele possibilita as mulheres que fazem parte dessa Rede Solidária, um protagonismo na sua própria vida e na sociedade, pois elas mesmas produzem, comercializam e consomem, gerando trabalho e renda a todas.

Médio Porte – Incubadora de empresas Fundação Educere

A Fundação Educere de Campo Mourão (PR), é um  misto de escola técnica gratuita que atende jovens entre 14 e 17 anos, centro de Pesquisa e Desenvolvimento, e como segmento de convergência entre estas duas atuações, a Incubadora de Empresas.

O modelo de ação é baseado na tríade: educação técnica, desenvolvimento de pesquisa aplicada e incentivo ao empreendedorismo. De modo distante de uma atuação meramente assistencialista, e onde formam-se jovens que, ao invés de procurarem emprego, são geradores de novos postos de trabalho.

Médio-Grande e Grande Porte – Laboratório aberto SENAI – Metalmecânico

Ambiente de aprendizagem onde pessoas com diferentes perfis e habilidades se encontram para trabalhar, de forma colaborativa, para o desenvolvimento de produtos e negócios. Diferente do conceito tradicional de laboratórios, fechados para públicos específicos e gerenciados por professores ou pesquisadores, os laboratórios abertos são de acesso livre para qualquer pessoa utilizar, no conceito faça você mesmo.

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Empreendedorismo na Educação

Ensino é a melhor escolha

Projetos contemplam a educação do empreendedorismo e ensino das novas técnicas

Crédito: Luís Polar

A categoria Empreendedorismo na Educação privilegia os trabalhos relacionados ao desenvolvimento de práticas na área da Educação, como programas de ensino para jovens e adultos, desenvolvimento de sistemas pedagógicos, atividades de conscientização, projetos educacionais, educação corporativa, atividades relacionadas ao PRME (Princípios para a Educação Empresarial Responsável), entre outras atividades ou práticas aplicáveis à área. Nesta edição, os projetos contemplaram o ensino para novas técnicas e empreendedorismo dos alunos e participantes.

Estudante – Primeiros socorros dentro do ambiente escolar

O projeto, visa a implantação do conhecimento em primeiros socorros dentro do ambiente escolar, aos alunos do ensino médio, professores e funcionários, objetivando, desta forma, diminuir o tempo resposta aos serviços de resgate especializado, aumentando a chance de sobrevida das vítimas (alunos), e, ainda, diminuir o índice de acidentes dentro deste ambiente, por conta da conscientização sobre a importância deste conhecimento e suas ações de socorro.

Pessoa Física – Contribuir para o despertar do espírito empreendedor nos jovens do Município de Palmas/PR

O projeto pretende despertar nas crianças, valores do comportamento empreendedor, tais como ética, cidadania, responsabilidade, perseverança, liderança, espírito de grupo e de competição leal, respeito à cultura local e a contemplar o potencial de desenvolvimento de seu município, ou seja, sentimento de pertencer. Também pretende criar espaço para envolver os pais, familiares e membros da comunidade, bem como promover a troca de experiências entre crianças de diferentes realidades sociais.

Micro e Pequeno Porte – Protetor Térmico

Estudantes do 2º Ano do Ensino Médio do Colégio Sagrado Coração de Jesus desenvolveram um produto que resultou em premiação. Criaram um protetor térmico para garrafas plásticas de água dentro do programa Junior Achieverment. O protetor térmico é maleável e utiliza tecnologia exclusiva. Além de manter a água fresca, incentiva as pessoas a beberem água. Os alunos se reuniam uma vez por semana, três horas por dia, para desenvolver o produto. Foi criado uma Miniempresa denominada “Surf Sea” e o resultado obtido através do desenvolvimento de um produto denominado ‘Waves’, um protetor térmico que mantém a temperatura dos líquidos em seus recipientes (garrafinhas) por até seis horas.

Micro e Pequeno Porte – Programa Bom Aluno Capixaba

O PBA - Programa Bom Aluno é um instrumento de mudança social, pois dá oportunidades de um futuro promissor, através de estudo de qualidade e sem interrupções, a crianças e jovens de baixa renda, que apresentam bom rendimento escolar, aliado a competência e vontade.

Selecionados no 6º ano do ensino fundamental da escola pública, que lhe transmitiu a primeira, e importante, base escolar, os alunos recebem ao integrarem o programa, uniforme, material escolar, transporte, alimentação, uma vez que passam a estudar em contra turno, participando de aulas de reforço, notadamente em Português e Matemática, aulas de idiomas, de Inglês e de Espanhol,  formação humana e informática.

Médio Porte – Oficinas Empreendedoras do Cebrac

Para contextualizar os conhecimentos adquiridos nos cursos profissionalizantes do CEBRAC foram criadas as oficinas empreendedoras que visam preparar os alunos para a inicialização de um empreendimento. Elas são realizadas fora do horário do curso, com a utilização de uma metodologia de oficina para construir, passo a passo, ao longo de 10 meses, as empresas que participarão da Feira Nacional do Empreendedorismo. Ou seja, os alunos poderão montar uma empresa na área da indústria, comércio ou prestação de serviços, elaborar seu produto, as estratégias de vendas e de divulgação, o layout do PDV, dentre outros, sempre pensando nos diferenciais e na responsabilidade social da empresa e do produto proposto.

Médio-Grande e Grande Porte – Projeto Facilitadores: multiplicando conhecimento, gerando resultados

Este trabalho tem como objetivos demonstrar a criação do grupo de facilitadores do Porto Itapoá para capacitar mão de obra interna, gerar crescimento do negócio, suprir futuras vagas, conforme plano de crescimento da empresa, e contribuir para o aumento do nível de qualificação do segmento portuário. A metodologia utilizada consiste na concepção do grupo, capacitação e formação, disseminação de conhecimento e na geração de resultados. Com este projeto foi possível aumentar eficiência operacional, formar banco de talentos, promover 158 colaboradores para operação de equipamentos, contribuir para o aumento do índice de engajamento do terminal, suprir uma das principais dificuldades do segmento, a escassez de mão de obra qualificada, e auxiliar no crescimento do setor gerando competitividade operacional.

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Artigo

O Legado Sustentável de 2015: COP 21 E ODS

Crédito: Arquivo

Norman de Paula Arruda Filho é Presidente do ISAE/ FGV e Presidente do Capítulo Brasileiro dos Princípios para Educação Executiva Responsável da ONU

12 de dezembro de 2015 foi uma data histórica para humanidade. A 21ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima – COP 21, realizada em Paris, teve como resultado final um ambicioso acordo que promete trazer esperanças ao futuro incerto do planeta.

Instituída em 1992, anualmente a Conferência reúne 195 países e a União Europeia para discutir o desenvolvimento sustentável global. Em 2015, com a presença de 45.000 participantes, ao contrário do que foi visto nas edições anteriores, a reunião trouxe o primeiro acordo universal sobre o clima.

Porém, chegar a um consenso foi fruto de um trabalho sinérgico de discussões constantes. Grandes países desenvolvidos e países em desenvolvimento e emergentes lutavam para buscar uma solução alternativa de crescimento garantindo a perpetuidade do planeta, revertendo os anos de poluição da atmosfera ao usar combustíveis fósseis sem restrição.

Com uma reviravolta positiva nos últimos minutos, o acordo  estabelece compromissos com a redução das emissões de gases de efeito estufa: limitar o aumento de temperatura a 1,5°C; criar um fundo anual de US$ 100 bilhões, financiado pelos países ricos, a partir de 2020 para projetos de países em desenvolvimento, para limitar o aquecimento global; e reuniões a cada 5 anos para negociar a ampliação dos cortes de emissão até serem zeradas.

Embora o acordo não traga a luz prazos específicos nem esforços imediatos, precisamos lembrar que esse é apenas o primeiro passo quando pensamos em um futuro com bases mais sustentáveis. Além disso, o futuro do planeta não está apenas nas mãos dos governos. É dever de todo cidadão trabalhar colaborativamente, palavra de ordem quando falamos em desenvolvimento sustentável, em um esforço comum em prol do futuro. Ou seja, pensar globalmente e agir localmente.

Também não podemos esquecer que essa não é uma iniciativa isolada. Outros movimentos têm trabalhado para garantir o futuro das próximas gerações. A Organização das Nações Unidas – ONU, por exemplo, lançou recentemente os objetivos que devem nortear a agenda sustentável da sociedade nos próximos 15 anos. Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável- ODS surgem com uma luz que trará o direcionamento para governos, empresas e sociedade implementar de fato as mudanças que o mundo tanto precisa.

A problemática aparece quando, para que de fato esses objetivos sejam alcançados, precisamos de uma ação indispensável, que tem se perdido nos últimos tempos: Comprometimento.

Ao contrário dos antecessores Objetivos do Desenvolvimento do Milênio – ODMs, os ODS foram construídos em bases colaborativas – palavra de ordem para nossa sociedade daqui para frente. Por meio de consultas públicas, as Nações Unidas ouviram mais de 7 milhões de pessoas, das mais diversas áreas e segmentos, para desenvolver os ODS e suas metas.

A frente de uma escola de negócios, percebo cada vez mais a importância da educação nesse cenário. Por nossos portões passam os líderes responsáveis pelas decisões estratégicas de empresas e governos, e assim, inspirá-los sobre o seu papel responsável durante o processo educacional faz parte do nosso dever com a sociedade.

Pensando nisso, aqui faço uma chamada a todas as instituições de ensino, vamos exercer a nossa real função e colocar em prática o que a UNESCO chama de 5º Pilar de Aprendizagem, “Aprender a se transformar e a transformar a sociedade”. Acredito que só pela educação teremos líderes mais comprometidos com as discussões que realmente importam, ou seja, o nosso futuro!

 

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9º Prêmio Ozires Silva de Empreendedorismo Sustentável