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MBA FGV

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Giro

Giro nos Negócios

Número de mulheres em liderança crescem

A pesquisa International Business Report (IBR) - Women in Business realizada pelo Grant Thornton, em cerca de 35 países, mostrou que o número de mulheres em cargos de liderança, no Brasil, obteve um leve aumento em relação a 2016. No país, a presença de mulheres em cargos de CEO aumentou de acordo com a pesquisa. O salto foi de 5% para 11% em relação ao ano anterior. O número de empresas com mulheres no comando financeiro (CFO) também registrou o mesmo salto, de 5% para 11%. 

Rede de pizzaria Domino’s quer entregar pizza com robô

A rede de pizzarias Domino’s anunciou em março o desenvolvimento de um robô para levar as refeições até seus clientes. O protótipo do veículo autônomo foi apelidado de DRU, sigla em inglês para Unidade Robótica da Domino’s. O robô conta com compartimentos onde a pizza pode ser mantida aquecida, e as bebidas, geladas, até a chegada ao seu destino. O DRU possui ainda um sistema de navegação capaz de desviar de obstáculos e escolher a melhor rota até as casas dos consumidores.

O projeto é desenvolvido em parceria com a startup australiana Marathon Robotics.

  

 

 Foto: Domino's

Fundo Criatec dá oportunidade de capital para expansão de empresas

Com um capital de R$ 200 milhões para todo o país, o Criatec 3, dará mais uma oportunidade de capitalizar investimentos em ideias inovadoras, para micro e pequenas empresas têm mais.

O Criatec é o Fundo de Investimento do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e da Fomento Paraná, que irá oportunizar crescimento para negócios em estágio inicial com potencial de expansão, que necessitam apoio para formatar uma visão ousada de negócio. O objetivo do programa é construir junto aos empreendedores estratégias para levar o negócio para uma fase de crescimento acelerado.

Foto: Free Images

 

 

Indústria brasileira tem queda na produção

A produção industrial brasileira caiu em fevereiro, em relação ao mês de janeiro, com de 2,5% na produção. Foi a maior queda para o período desde o início das medições feitas pelo Índice Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2002. No primeiro mês do ano, o setor tinha avançado cerca de 0,4%. A produção foi puxada para baixo especialmente por veículos, que regrediu a quase 10%, por máquinas e equipamentos, que foi a menos 7%, pelo segmento relacionado aos investimentos, e pelos produtos alimentícios com quase 2% de retrocesso.

 

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Capa

Falta de Comunicação nas Organizações

Isto é um mito ou uma realidade?

Foto: Shutterstock

Os ruídos no meio da caminho muitas vezes atrapalham a comunicação empresarial

A comunicação hoje é grande problema da humanidade. Os ruídos que há entre o emissor e o receptor, acabam levando a desacordos e desentendimentos muitas vezes irreversíveis. Mas há quem diga que a comunicação é a solução de vários problemas, principalmente nas organizações, onde cada área fala sua linguagem e há falhas no processo.

O coordenador do MBA em Desenvolvimento Humano de Gestores, Edmarson Bacelar, aborda que o principal problema é a falta de responsabilidade do colaborador. “A falta de responsabilidade gera indefinição. Muitas vezes áreas ou pessoas, não qualificadas, ou com as devidas informações comunicam de forma errônea”, coloca. Porém onde começa a falha? Quem emitiu, ou quem recebeu ela? Em um comunicado escrito, às vezes uma vírgula muda todo o sentido da frase. Por isso, Bacelar acredita que o erro é no início da comunicação. “Acredito que a “culpa” seja do emissor, pois ele deve saber de suas responsabilidades e limites, além das políticas da empresa”, aborda.

Comunicar-se de forma limpa e objetiva é o melhor jeito para alcançar a excelência em sua informação. Nem sempre detalhar muito, ou deixar complexo demais, atingirá o que você precisa. É preciso adequar sua linguagem, para que o comunicado chegue com o intuito certo e com extrema clareza, não deixando dúvidas no receptor. “Validar e submeter, sempre que possível, a informação a ser comunicada para pessoas deste grupo, de modo a fazer os ajustes necessários, evitando distorções ou linguagem inadequada ao público-alvo”, afirma Edmarson.

Mas como ser assertivo em meus comunicados? Como posso atingir meu público interno de forma correta? Este é um ponto importante neste momento. Até porque é necessário que você tenha empatia com quem quer conversar. Pois as pessoas não dão relevância, ou levam em consideração o que a pessoa está falando, se ela não tem afinidade, ou não vê nela credibilidade para tal.  Segundo Edmarson, “é preciso ter transparência e conhecimento das políticas e regras da organização, além de considerar o que pode ser dito”.

Em muitos casos, as empresas definem uma área de comunicação interna, que é responsável por definir e comunicar as coisas mais importantes, além de incentivar e procurar a melhor forma das áreas se relacionarem, fazendo com que elas se comuniquem mais assertivamente. Porém não é ela que deve falar tudo dentro da empresa. “Deve haver definição das responsabilidades por áreas, para que ocorra no nível adequado de competência. Em comunicações “sensíveis”, crises ou estratégicas, acho que a centralização é importante”, coloca Edmarson.

Ter clareza em suas responsabilidades e saber comunicar assertivamente, é a chave para que a empresa tenha uma comunicação integrada. As áreas devem saber que tem que informar a organização, assim como falar com outras áreas. Já a comunicação interna institucional deve ser clara e breve, sendo imprescindível a agilidade da comunicação. Emissor e receptor devem conversar para que os ruídos não venham interferir nas decisões e caminhos a serem tomados.

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Giro

Telefonias trocam velocidade por franquias

Serviços de internet fixa serão cobrados por franquia e não mais por velocidade

Foto: Free Images

Com as franquias, os acessos são limitados, obrigando o usuário a gastar mais

Você que não vê a hora de chegar em casa para utilizar o Wi-fi e gosta de assistir séries, filmes, shows, escutar música e não vive longe da internet, sua “felicidade” pode estar com dias contados. No final de março a Anatel pediu explicações às empresas de telefonia, no caso Vivo, Claro e Oi, sobre colocar franquia na internet fixa. Assim o serviço que era cobrado por velocidade, a partir de agora seria por pacote, como a internet móvel.

Esta medida visa restringir o uso da web, já que como é disponibilizada por velocidade, o usuário utiliza ilimitadamente o serviço. Porém, este tipo de cobrança só poderá ser realizado após um trabalho de conscientização e a implantação de um sistema transparente que mostre ao usuário o consumo. Em entrevista ao G1, o promotor Paulo Binicheski, colocou que o novo modelo é abusivo. “O que se percebe é uma preparação do terreno para mais uma gigantesca violação dos direitos dos consumidores brasileiros”, afirma.

Ao contrário da internet móvel, que quando acaba o pacote contratado, o serviço não é mais disponibilizado, na internet fixa a velocidade será reduzida. O que interfere no acesso e rapidez com que o serviço “caminha”.

Para se ter um panorama, a Netflix informou que uma hora de vídeo em boa qualidade consome 300 MB por hora. Se a opção for por uma qualidade melhor, o consumo sobe para 700 MB e para qualidade superior, em HD, chega a ser 3 GB por hora. Já as plataformas de streaming de música como Spotify, utilizam arquivos com qualidade entre 160 kbps e 320 kbps. De acordo com o Spotify, o usuário brasileiro passa, em média, 104 minutos diários ouvindo música no serviço. Se optar por utilizar a qualidade mais baixa, acabará utilizando 125 MB por dia.

A NET (Claro), falou que o modelo "tem o objetivo de garantir o correto dimensionamento da rede de banda larga para todos os usuários. O emprego de franquia visa preservar a experiência de uso, tanto de quem usa moderadamente como de quem usa de forma intensiva". Outro ponto apresentado é que as franquias são definidas a partir de estatísticas e são frequentemente revistas.

O que se pode esperar é uma longa batalha entre as teles e o consumidor. Em muitos casos já há reclamações para com o serviço contratado, agora com a implantação deste modelo, isso deve crescer exponencialmente. O serviço já é muito precário por uma série de dificuldades e este pode ser um passo perigoso para o descontentamento dos usuários.

Tem dúvidas se o seu plano está já no novo regulamento? Procure sua operadora e também o Procon da sua cidade para fazer seus questionamentos.

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GBA ISAE

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Imóveis

Financiamento imobiliário em baixa

CEF diminuiu o crédito e dificultou a compra de imóveis

Foto: Free Images

Sonho da casa própria ficou mais distante com a dificuldade de financiar

Nos últimos anos, o país tem passado por um “boom” nos imóveis. Principalmente em condomínios de apartamentos, que foram criados aos montes. A facilidade na compra, tanto na “planta”, quanto já construído, aqueceu o mercado e fez com que muita gente adquirisse a tão sonhada casa própria. Porém, os juros foram crescendo e as condições especiais foram sumindo. Andando pelas cidades, é possível ver muitos imóveis para aluguel e até mesmo para venda.

As incorporadoras frearam seus investimentos e não estão erguendo imóveis como há tempos atrás. A Caixa Econômica Federal, principal fornecedora de crédito imobiliário, reduziu seus investimentos no setor, e também diminuiu seus empréstimos para compra, colocando apenas 50% do valor total, para imóveis usados. Com isso o comprador teria que pagar a outra metade à vista.

No início de março, a fim de estimular o crédito imobiliário, a Caixa ampliou o limite do financiamento para 70%, para trabalhadores do setor privado, e entre 60% e 80% para funcionários públicos. Com isso o setor revigorou e empreiteiras voltaram a fazer seus feirões e até deram alguns bônus para fazer com que o público volte a ver as suas oportunidades. O especialista em finanças, Sérgio Itamar, aborda que está é uma tentativa do Governo federal estimular a economia e um setor, que nos últimos anos, vem em queda, “Este setor gerou muito desemprego, não só na base, mas também na elite. Engenheiros e profissionais de alto gabarito perderam seus empregos, pela baixa procura nos imóveis”, coloca.

Em 2015, o setor imobiliário encerrou com 109.400 imóveis residenciais, mil unidades a menos do que em 2014, segundo dados da Associação Brasileira de Incorporadoras Mobiliárias (Abrainc). Para que todo este estoque fosse zerado, precisaria de 14 meses de vendas. Com o crédito mais restrito e vendas caindo cada vez mais, os lançamentos desaceleraram. Por isso as incorporadoras querem vender a todos o custo o que está parado, deixando para depois as novas construções.

Com o país em crise e a economia em baixa, a compra e venda de imóveis está mais difícil. Pessoas que compraram na alta, não conseguem pagar os seus imóveis e a dívida começou a aumentar. Por isso, é importante colocar na balança a importância da compra neste momento. Para quem pode aproveitar a baixa nos preços e investir em imóveis, está em uma boa época. “Para quem é conservador e tem uma reserva de dinheiro, investir em imóveis é uma boa. Porém a outros setores que estão crescendo e rendendo mais. Este é um investimento de longo prazo, não pode se esperar muito a curto.”, finaliza Itamar.

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Marketing

Marketing nas Olímpiadas

Todos querem aparecer aproveitando o grande evento esportivo

Fotos: Puma Oficial

Usain Bolt, o "homem mais rápido do mundo" é patrocinado pela Puma, que não é a patrocinadora oficial das Olimpíadas

O esporte, por si só, tem uma grande visibilidade para as empresas perante o público. Podemos elencar rapidamente uma série de marcas que aparecem e que apoiam o futebol, principalmente, mas também as modalidades Olímpicas. Neste ano, ocorre no Rio de Janeiro, o maior evento do esporte que reúne 42 modalidades e milhares de atletas de todo o mundo.

Os Jogos Olímpicos do Rio têm tudo para ser o maior evento esportivo de todos os tempos, por isso, todos querem de alguma forma tirar uma “casquinha” e vincular a sua marca. O Comitê Olímpico Internacional (COI) estima que os patrocinadores invistam cerca de 1,2 bilhão de reais. Junto a este grande número, soma-se o movimento do turismo (aproximadamente 1 bilhão de reais), além da venda de produtos licenciados que renderiam outro bilhão.

Porém, não são todos que podem usufruir do evento. As marcas que tentarem de alguma forma utilizar a marca das Olímpiadas, podem ser penalizadas. As conhecidas ações de marketing de emboscada, acabam tornando-se armas nas mãos dos concorrentes, mas o comitê organizador está observando qualquer movimento “suspeito”. Como forma de prevenir, foi montado um programa que busca educar e apresentar as regras dos Jogos. Os encontros já reuniram mais de cinco mil pessoas.

Para proteger seus patrocinadores, o COI solicita na assinatura do contrato, os principais concorrentes da empresa, para onde envia uma carta apresentando suas regras, para não ter nenhum tipo de preocupação mais tarde.

Em 1986, foi criado o The Olympic Partner (TOP), um grupo de patrocinadores de todos os eventos promovidos pelo COI. Foi a forma de profissionalizar uma área que ainda não existia dentro do comitê. No início, a iniciativa atraiu Visa e Panasonic que, juntos com a Coca-Cola, são fundadoras do TOP. Atualmente, esse grupo é composto por 12 empresas: Coca-Cola (refrigerantes), Bridgestone (pneus), Atos (T.I.), Dow (indústria química), GE (energia), McDonald’s (fast-food), Panasonic (eletrônicos), Procter & Gamble (indústria química), Samsung (eletrônicos), Toyota (veículos), Omega (relógios) e Visa (crédito). Porém, outras empresas são licenciadas para participar e, também, patrocinar os Jogos Olímpicos.

Marcas como Nike, Puma, Beats (fones de ouvido), Speedo (material esportivo), entre outros, que patrocinam atletas, tentam aparecer mais do que podem. Há momento em que são autorizados os usos do material, como nas corridas e no material esportivo dos atletas. Já em entrevistas, o foco vai para os patrocinadores masters, que desembolsam uma grande quantia para aparecer nos momentos cruciais e que as câmeras estão prontas para captar sua logomarca.

Vale a pena conferir nos próximos dias as ações das grandes marcas. Cada uma mostra seu portfólio de uma forma, algumas criativas, outras nem tanto. O que se sabe, é que todos querem aproveitar a “onda olímpica” para ganhar pontos e aparecer ao seu público, ou até mesmo atingir outros que não tem tanto contato.

 

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Lançamento

ISAE lança Ponto de Encontro AECIC

Portal trará conteúdo e opinião sobre assuntos relacionados as indústrias

Foto: Divulgação

No início de abril, o ISAE, em parceria com a AECIC, lançou o Ponto de Encontro AECIC. O portal é um espaço criado para o mercado, trazendo informações e notícias relevantes sobre inovação, gestão, finanças, entre outros. Além de reunir diversos profissionais que são referência em seus assuntos.

A parceria entre o ISAE e a AECIC, foi realizada no final de 2015 e busca trazer programas e eventos voltados a realidade da indústria. Nelson Hübner, presidente da Associação coloca sua percepção sobre esta parceria. "Ao unirmos esforços com uma instituição de alto nível em qualidade de serviços, queremos oferecer às empresas melhores condições para atingir seus ideais e alcançar resultados importantes para o seu desenvolvimento e da nossa sociedade", aborda.

Para o presidente do ISAE, Norman de Paula Arruda Filho, a parceria estimula o ambiente inovador, além de ampliar perspectivas. "Por enxergar este potencial transformador da educação na formação de lideranças, o ISAE, juntamente com a AECIC, lança o Soluções para Empresas. O programa promove a ampliação de perspectivas e inspiração dos profissionais associados quanto ao cenário econômico e tendências, estimulando um ambiente de inovação, além de produção e disseminação de conhecimento para atuação estratégica", coloca.

Como uma das atividades desenvolvidas estão o Painel de Conjuntura e Diálogos de Conjuntura. O “Painel de Conjuntura”, evento que tem por objetivo, oferecer aos participantes a oportunidade de estar em sintonia com a evolução do ambiente econômico, além de trazer às tendências e novas estratégias na área de management. Da mesma maneira o Diálogos de Governança, vem para atualizar e informar os profissionais sobre a governança corporativa. Os encontros envolvem discussões e trocas de experiências que potencializem as tomadas de decisão dentro das empresas.

As duas atividades serão realizadas por meio da parceria do ISAE com a AECIC, que reúne associados de diversas áreas e indústrias. Porém, todos os interessados podem participar e conhecer mais sobre estes encontros.

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Especial

Pão Nino aposta na administração familiar para crescer

Fábrica curitibana está há mais de 50 anos no mercado, trabalhando no ramo de panificação

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Viagens

14 dicas úteis para quem quer ir para Tailândia

1. Visto e Vacina da Febre Amarela

Não precisa de visto para Tailândia mas precisa da vacina para febre amarela. Assim que tomar a vacina, leve a carteirinha na Anvisa para pegar a carteirinha internacional. Assim que chegar no aeroporto de Bangkok, antes de passar na imigração, pare no Health Control para validar a vacina. Algumas pessoas embarcam sem a vacina e assinam um termo de responsabilidade. Alguns destinos como a Índia, não é possível embarcar sem a vacina.

2. Comida Tailandesa

A comida é muito boa (apimentada, saborosa, condimentada - AMO), para quem não gosta de pimenta é bom perguntar antes se o prato é apimentando. Muita comida na rua entre R$5 a R$10 o prato e em restaurante entre R$15 e R$30 o prato. Os pratos são na base de curry, leite de côco, muito arroz, noodles, pimenta, especiarias. A cerveja tailandesa é Singha ou Chang. Nas ilhas, os preços são um pouco mais caros.

Foto: Priscila Kamoi

3. Como se Locomover

Os taxis são baratos em Bangkok. Tem tuk tuk em Bangkok e Phuket. Os taxistas muitas vezes tentam nos enganar (ou fecha preço antes e paga o dobro ou liga o taxímetro e tem a chance de ser enganado). Em Koh Samui, é legal alugar uma scooter por 200 baht por dia e conhecer as praias, tem poucos taxis e os que tem são caros. Em Ao Nang e Phi Phi se faz tudo andando. DICA: Para se locomover sem 3G, baixe o aplicativo do Here Maps ou do Trip Advisor. Baixe o mapa da cidade offline, assim você pode usar o GPS offilne.

4. Acomodação

Você encontra hostel a partir de 10 dólares a diária, por noite, por cama. Se você não encontrar muitos hotéis pelo Booking, um site muito usado é o Agoda.

5. Massagem

Uma das melhores coisas da Tailândia é a massagem barata. Meia hora por R$15 e uma hora por R$30. Tem massagem nos pés, costas e pescoço, com óleo e tiger balm e massagem tailandesa.

6. Temperatura e Época para ir

É muito quente, acima de 30 graus no inverno. Fomos em Dez/Jan que é o inverno de lá, altíssima temporada, ilhas completamente cheias e a temperatura estava elevada. A melhor época para ir é entre Nov e Fev, o resto do ano chove muito além de ter as monções e temporadas de chuva.

7. Buda e Religião

O país é em sua maior parte Budista, as pessoas são muito religiosas e os templos são maravilhosos e imperdíveis. Nos templos tem que ir com os ombros cobertos e pernas também. Os estabelecimentos (hotéis, restaurantes, casas) possuem pequeno templo fora para veneração. Não teve Natal e Reveillon é feito para os turistas. Tudo funcionou normalmente. Tem muito, mas muito Buda, porém não pode ser usado como decoração, tatuagem, levar para o Brasil, pois o Buda é sagrado. Ah, muitos lugares como lojas, hotéis e restaurantes tem que tirar o sapato para entrar, sinal de respeito e para não trazer impurezas de fora.

Foto: Priscila Kamoi

8. Bangkok

A cidade é uma MEGA metrópole (com transito, suja, caos), às vezes, estressante. Achei uma cidade segura para andar assim como as ilhas.

9. Praias e Ilhas

As praias são maravilhosas! Recomendo conhecer Railey Beach, Poda Island, Tup Island (todas a partir de Ao Nang), Monkey Beach e Maya Bay onde foi filmado o filme “A Praia”(a partir de Koh Phi Phi) e Koh tao e Koh Paghnan, onde acontece a famosa Full Moon Party (a partir de Koh Samui).

Foto: Priscila Kamoi

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Indica

Sobre almoços, puxadas de tapete e peixes em mar de tubarões

Talvez os problemas da sua empresa não estejam só na comunicação - mas também nos erros de julgamento.

Atenção para o top de situações bizarras típicas dos ambientes de trabalho. Você provavelmente irá se identificar com ao menos uma delas. Ou até mesmo com todas.

1) O gerente da sua área convida toda a equipe para vir no final de semana organizar o arquivo morto, que está transbordando de velharias e precisa urgentemente de uma limpeza. Algumas pessoas se dispõem a ajudar, mas como a participação fica aquém do esperado, surge uma nova ideia: pagar um almoço a todos aqueles que se voluntariarem. Para decepção do gerente, o número de participantes não apenas permanece igual, como também começam a surgir aqui e ali reclamações entre os voluntários iniciais (aqueles que antes iriam fazer tudo de graça) de que o almoço bem que poderia ser em um restaurante melhor.

2) Seu colega de ilha é transferido para uma nova área. Dias depois, você o encontra no elevador da empresa e pergunta como estão as coisas. Com o olhar meio perdido no espaço, ele começa a responder. Sim, a nova equipe é legal. Sim, o trabalho é empolgante. Sim, os boatos são verdadeiros: ele recebeu um aumento. Mas, apesar de tudo, seu colega parece insatisfeito. Por quê? Meio envergonhado, ele confessa: “Na área antiga, mesmo ganhando menos do que hoje, eu tinha o melhor salário da equipe. Mas no novo departamento eu sou o que menos ganha. É como se eu fosse fosse um peixinho em um mar de tubarões”.

3) Durante uma reunião, você lança a solução para um problema que vem incomodando toda a equipe durante meses. A proposta tem tudo para dar certo: no decorrer da semana você conversou individualmente com vários colegas sobre o assunto e eles foram só elogios. Para sua surpresa, porém, após um breve silêncio um dos participantes da reunião se manifesta de forma contrária. Pior: um por um, todos concordam com a crítica. E a ideia, que antes parecia tão boa, é rapidamente descartada e dá lugar ao próximo tópico da pauta.

O que está acontecendo aqui? Ganhar um almoço não é melhor do que não ganhar nada? Aumento no salário não deveria ser sinônimo de felicidade? E como pode uma ideia que foi aprovada por todos individualmente ser reprovada pelas mesmas pessoas só porque agora elas estão em grupo?

Antes de culpar o redator que escreveu o e-mail sobre o mutirão, o RH que não ajudou seu colega de ilha na readaptação, ou a sua equipe por estar conspirando pra te derrubar, saiba que todas as situações acima têm algo em comum - são erros previsíveis de julgamento. E a explicação para esse comportamento está em dois livros que abordam um campo de estudo fascinante para quem se interessa por psicologia, economia e política: a economia comportamental.

O primeiro deles, intitulado “Previsivelmente Irracional”, foi escrito pelo psicólogo Dan Ariely e mostra, por meio de pesquisas e estudos científicos, como a mente humana é condicionada a falhar de forma sistemática. Entre as explicações, estariam o que o autor chama de "forças invisíveis", que agem de maneira inconsciente e incluem emoções, expectativas e regras tácitas da sociedade. É o caso do e-mail sobre o mutirão: quando passam a receber financeiramente por um favor, os envolvidos deixam de ser controlados pelas normas sociais e passam a agir pelas normas de mercado. E assim o que antes se faria de bom gosto, passa a ser feito de má vontade - afinal, um almoço em um restaurante forreca não vale nem o meu, nem o seu final de semana, não é mesmo?

 

 

 

 

 

 

O segundo livro é de autoria de Daniel Kahneman, vencedor do Prêmio Nobel de Economia, e se chama “Rápido e devagar: duas formas de pensar”. Nele, Kahneman explica que o nosso cérebro tem dois sistemas para tomadas de decisão: um rápido, intuitivo e emocional; outro, mais lento, lógico e deliberativo. Ao utilizar o primeiro sistema para a maioria das decisões, economizamos energia mental para outras atividades. Os problemas começam quando decisões que exigiriam a participação do sistema lento são processadas pelo sistema rápido. Isso explica o descarte fulminante da sua ideia na reunião. Segundo Kahneman, “a prática padronizada de discussão aberta dá muito peso às opiniões dos que falam primeiro e de modo assertivo, levando os demais a ir atrás do que disseram”. Ou seja, por preguiça de formular uma opinião mais ponderada, acabamos dando uma de maria-vai-com-as-outras - até porque assim a reunião acaba mais rápido, não é mesmo? E também explica o caso do colega insatisfeito com o salário maior: por praticidade, usamos como referência para julgar o nosso status aqueles que estão imediatamente ao nosso redor. E aí de nada adianta estar ganhando mais do que antes se agora você é o menor peixe do lago.

 

Bizarro. Mas aposto que rolou uma identificação, não é mesmo?

  • Leonardo Oliveira é responsável pela área de redação e conteúdo da Lieb3 Marketing Digital. Contato: leonardo@lieb3digital.com

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Artigo

Por que a Crise é Importante para as Empresas e Profissionais?

Foto: Arquivo Pessoal

Alexander Baer: Professor dos MBAs do ISAE/FGV. Palestrante Motivacional e Coaching Estratégico
em Planejamento de Vida e Carreira.

O que as empresas e profissionais devem fazer na crise! 

Temos visto e vivido no Brasil um constante cenário de lamentações, reclamações, busca de culpados, busca de responsáveis e bodes expiatórios para a dita crise.

Tem crise? Tem!

Toda crise é uma rara oportunidade de mudar!

Toda mudança é altamente positiva, desde que se esteja preparado para tal. Quando eu pergunto quem quer mudar? Basicamente todo mundo levanta a mão, porém sempre tem um "porém" nesta afirmação “mudança sim, desde que seja com o outro”.

Mas vejo que temos 3 situações para esta crise:

Situação 01 para aquelas empresas e profissionais que já estão se preparando de longa dada, fazendo todo tipo de análise de mercado e cenário, seja pessimista, provável ou otimista e se preparando para cada uma das mesmas. E estas empresas e profissionais estão sim preparados para passar mais esta crise. Pois adequaram suas empresas e profissionais para estes momentos de apertos e certa retração. 

Situação 02 que pode ser para as empresas e profissionais que vão usar a crise para reverem seus negócios (custos, desperdícios, gestão, marketing, comercial, gestão da informação, gestão da qualidade e assim por diante), ou seja vão aproveitar a crise para fazer a limpeza em casa, buscando as melhorias que precisam para aguentar e resistirem a crise e depois que ela acabar, saírem mais preparados e fortificados e conscientes que estar preparado agora e sempre é um diferencial competitivo.

Situação 03 são aqueles que vão continuar a reclamar, lamentar, buscar culpados, fazer baderna, acomodados, demitir funcionários sem critério nenhum, cortar verba de marketing e comunicação, vão voltar para suas tocas, ou seja vão continuar a ficar acomodados, qual vai ser a resultados para eles, o mais obvio, vão cada vez mais entrar no vermelho e vão quebrar.

Sim mas o que se pode fazer na crise?

Algumas dicas para aguentar a crise e sair de forma mais fortificada:

Dica 01- Elaborar um planejamento estratégico, traçando o rumo para daqui a alguns anos (definir claramente o ano), fazer um diagnóstico do ambiente externo (oportunidades do mercado externo para a empresa e o profissional, para aproveitar, ameaça do mercado externo para se defender – pontos fortes da empresa e do profissional para potencializar no mercado interno e externo, pontos fracos corrigir imediatamente as mesmas num período muito curto de prazo de tempo), depois identificada uma estratégia (diferenciação – oceano azul – liderança em custos – novos mercados – novos produtos e serviços – vender mais para os clientes atuais e diversificação). Tudo isto colocando nu plano de ação a curto, médio e longo prazo, para buscar estes resultados nos objetivos e metas traçadas.

Dica 02 - Buscar uma redução de custos ou mais propriamente dito a busca pelo desperdício zero que é um canal para jogar diariamente, mensalmente e anualmente muito dinheiro na latrina no lixo, as empresas conseguem isto através de ferramentas de gestão da qualidade, melhoria dos processos, melhoria contínua. Ou seja fechar de uma vez por toda as torneiras do desperdício. 

Dica 03 - Investir na melhoria das informações de gestão da empresa e dos profissionais através de sistemas de gestão gerencial (não adianta só melhorar o parque de hardware de uma empresa precisa mudar a gestão da informação, ou seja TI tecnologia da informação). Informação online e em tempo real para tomada de decisões 

Dica 04 - Formar e capacitar os gestores e as equipes, hoje através da internet, EAD, cursos online, DVDs e muitas outras ferramentas tecnológicas (e a custo muito baixo), as empresas e os profissionais podem se preparar em relação ao conhecimento, criatividade, inovação, melhoria contínua, marketing, liderança e assim por diante.

Dica 05 - No marketing rever o plano de marketing e comunicação para identificar claramente quem é o cliente interno e externo, onde ele esta, como ele é (aqui uma pesquisa de mercado vai muito bem para identificar claramente este cliente, e ou novos mercados). Pois hoje se diz que a propaganda certa é a alma do negócio! Em vez de dar tiro de canhão na comunicação e não acertar ninguém é melhor dar um tiro de laser com mira nas redes sociais e estas hoje se bem planejadas e executadas os valores são bem menores que a comunicação do canhão (da massa). Afinal como já dizia o Chacrinha: quem não se comunica se trumbica.

Dica 06 - Na área comercial vender mais para os clientes atuais, pois com toda certeza nem todos os clientes conhecem todos os seus produtos e serviços. Buscar novos mercados, buscar novos canais de distribuição por exemplo com um site de e-commerce hoje é primordial estar na WEB. Quem esta fora esta morto.

Dica 07 - Desenvolver novos produtos e serviços vender eles para os clientes atuais e novos clientes/mercado. 

E assim podemos ir longe, o que não podemos fazer e se acomodar!!!

Dica 08 - Crise é igual a Oportunidade.

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ISAE 20 anos